O deficiente físico no mercado de trabalho

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA EM SAÚDE
GRADUAÇÃO EM TERAPIA OCUPACIONAL

















BÁRBARA RODRIGUES, LENISE MORAES, LUANA DE PAULA E TAINARA DEMUNER.












O DEFICIENTE FÍSICO NO MERCADO DE TRABALHO

















VITÓRIA

2012






BÁRBARARODRIGUES, LENISE MORAES, LUANA DE PAULA E TAINARA DEMUNER.













O DEFICIENTE FÍSICO NO MERCADO DE TRABALHO











Trabalho da disciplina Terapia Ocupacional em Saúde do Trabalhador apresentado à Universidade Federal do Espírito Santo, sob a orientação da professora Lívia Maria Fernandes Araújo.VITÓRIA

2012

1. INTRODUÇÃO
O deficiente físico esta sendo incluído de forma efetiva no mercado de trabalho? Qual a importância do trabalho na vida destes sujeitos? Qual o papel da família neste processo? Como as práticas de terapia ocupacional podem auxiliar na diminuição da exclusão destes indivíduos?
Partindo destes questionamentos, realizamos uma pesquisa de campo e bibliográfica, a fimde compreendermos melhor como estes sujeitos estão no mercado de trabalho e como é o olhar da sociedade sobre eles. Para a pesquisa de campo criamos um questionário com algumas perguntas centrais e outras que foram adaptadas no decorrer da entrevista. Os trabalhadores entrevistados eram deficientes visual, auditivo e cadeirantes.
Percebemos o descaso das empresas e da própria sociedade com o queé “diferente”. Infelizmente, é cultural a forma de expor as incapacidades dos sujeitos e não reforçar o que existe de potencial em cada pessoa.
2. REFLEXÕES A CERCA DO TRABALHO E DA DEFICIÊNCIA
1. CONCEITUAÇÃO
Segundo Ramalho e Souza (2006) a deficiência é o agravante do desempenho considerado anormal condicionando, geralmente, o indivíduo a uma posição de incapacidade para o desempenho desuas atividades.
A pessoa com deficiência física é segundo o decreto federal nº 914/93, aquela pessoa que apresenta em caráter permanente, perdas ou anomalias de sua estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica, que geram a incapacidade para o desempenho de atividades, dentro do padrão considerado normal ao ser humano. (Ramalho e Souza, 2006, p. 2)
2. INSERIROU INCLUIR?
Inserir de acordo com o dicionário de português significa “colocar no meio dos outros”. Quando falamos em inserir o sujeito no mercado de trabalho, colocamos ele frente a problemáticas; tais como: a falta de adaptação, ergonomia e até mesmo o descaso dos demais profissionais e colegas de trabalho devido ao desconhecimento do novo trabalhador que está chegando, pois não há preocupaçãocom esses fatores, o importante é que o indivíduo “esteja no meio de” e não “participando ativamente de”.
A inclusão vai além, diz que o sujeito deve não só “está no meio de”, mas também fazer parte do todo. Tem responsabilidade com análise da ergonomia, adaptações necessárias para o trabalhador, do conhecimento do sujeito como todo, além do possível treinamento para qualificação da mão de obrado trabalhador deficiente.
O que vemos é que a sociedade exclui dizendo que está protegendo aquele que chama de “coitado” e o mercado rejeita a mão de obra, muitas vezes desqualificada, pois o sujeito foi impedido de estudar pela própria família na desculpa de que não lhe era possível. Tudo comunga num círculo tão fechado que a inclusão acaba ficando do lado de fora.
3. LEI DAS COTAS
A Leide Cotas nº 8.213/91 surgiu como um facilitador para inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e dispõe sobre a quantidade de empregados nas empresas. A legislação estabeleceu que as empresas que possuem 100 ou mais empregados tem a obrigatoriedade de preencher de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou com pessoas com deficiência.
Refletindo um pouco sobre...
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