O crack

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL

ALINE MARIA DE FRANÇA MARINHO
ANA MARINHO DA SILVA
CLÉLIA FERNANDA MENDES DE AGUIAR
EDILENE RODRIGUES DOS PASSOS NASCIMENTO
JAQUELINE VIEIRA DA SILVA
LUCIANA MARIA DA SILVA
MARIA DA CONCEIÇÃO LIRA DA SILVA FREITAS






Um estudo sobre o uso do crack e a intervenção dE MunicípioS DA ZONA DA MATA NORTE do Estado de pERNAMBUCO nessarealidade




















Carpina
2012

ALINE MARIA DE FRANÇA MARINHO
ANA MARINHO DA SILVA
CLÉLIA FERNANDA MENDES DE AGUIAR
EDILENE RODRIGUES DOS PASSOS NASCIMENTO
JAQUELINE VIEIRA DA SILVA
LUCIANA MARIA DA SILVA
MARIA DA CONCEIÇÃO LIRA DA SILVA FREITAS
















Um estudo sobre o uso do crack e a intervenção dE MunicípioS DA ZONA DA MATA NORTE do Estado de pERNAMBUCO nessa realidadeTrabalho apresentado ao Curso de Serviço Social da Universidade Norte do Paraná – UNOPAR, como requisito da disciplina Psicologia.


Prof. Lisnéia Aparecida Rampazzo











Carpina
2012
RESUMO

O presente trabalho se propõe a refletir sobre o uso do crack e da intervenção de alguns municípios da Mata Norte do Estado dePernambuco. O Ministério da Saúde lançou um plano integrado de enfrentamento ao crack e outras drogas, com o slogan “Crack, é possível vencer”. A presidente Dilma Houself, no seu discurso de posse, falou que seria uma de suas prioridades na sua Gestão. Neste projeto “Crack, é possível vencer” tem três tipos de medidas de atuação que é: Cuidado, Autoridade e Prevenção. Segundo o Ministério da Saúde(MS), o plano investirá 4 bilhões neste “enfrentamento” à droga. Na parte do cuidado, tem a previsão da reformulação da rede “conte com a gente”, que inclui estruturas já existentes e outras novas para atender aos usuários como enfermaria e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que são especializados em usuários de álcool e drogas, e são sem fins lucrativos, o principal problema da saúdepública é que estão tardando demais na implantação desses órgãos, bombeando assim o enfrentamento deste grande problema que é o crack. Segundo a psicóloga (Taciana Melo do CAPS ad Limoeiro- PE, 2012), o crack não é apenas um problema de saúde e segurança e sim da sociedade em geral. O preconceito da sociedade dificulta o tratamento no campo clinico social, etc. O CAPS ad faz o desmame que é adiminuição lenta, pois acreditam que não é favorável a retirada completa. Existem programas preventivos como atenção básica nas escolas e em toda a sociedade. Há predominância em pessoas do sexo masculino que iniciam geralmente por volta dos 13, 14 ou 15 anos. Quando existe transtorno mental encaminham-se para um tratamento com um psicólogo, desintoxicação e cuidados clínicos em geral. Visitamos também umaOrganização Não governamental (ONG). Nela tratam-se menores dependentes químicos, e tive o prazer de entrevistar alguns deles quando visitei essa ONG, onde a prefeitura da cidade de Timbaúba-PE é quem contribui com todas as despesas da instituição. Retratei todos os fatos e irei mostrar depoimentos e fotos desta instituição.
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 4

2 DESENVOLVIMENTO 5

3 CONCLUSÃO 9REFERÊNCIAS 10

ANEXOS 11
ANEXO A 12
ANEXO B 13
ANEXO C 14
ANEXO D 15





























1 INTRODUÇÃO

O estudo buscou refletir o papel dos profissionais de saúde no enfrentamento do problema do crack por meio de entrevistas e pesquisa in loco. Com base na literatura pesquisada, observou-se que o consumo do crack na sociedade são fenômenos incontestáveis. A dependência química necessitaser tratada como política de saúde pública; e que novos espaços de intervenção nessa área surgem para o tratamento dos usuários. Também foi observado o funcionamento dos CAPS e ONGs, nessa região, e o planejamento do Ministério da Saúde, de um modo geral. Acompanhamento e alojamento dos usuários que aderirem ao tratamento. A importância da familiar na recuperação dos dependentes químicos e a...
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