O contrato social

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 47 (11703 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 9 de abril de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
Resumo do Livro Contrato Social
Compartilhe este trabalho
Share on orkut Share on twitter Share on facebook Share on email More Sharing Services
0
Autor: Guiomar Quevedo dos Santos
Instituição: Universidade Católica
Tema: Resumo do Livro Contrato Social




Resumo do Livro Contrato Social - Jean J. Rousseau

Universidade Católica
2008





Primeiro Livro

Rousseau,erasecretário do embaixador de Veneza em 1743 e estudava teorias políticas vigentes. Podemos destacar das leituras políticas do autor podemos destacar os livros jurisconsultos como: Grotius,Pufendorf e Althusius ou se preferir filósofos políticos como Montesquieu,Hobbes e Locke.Grotius foi uma de suas obras mais lidas nos séculos XVII e XVIII. Segundo Grotius o poder político pode assumirvarias formas ,mas suas preferencias pessoais tendem para a monarquia absoluta.Quanto a Pufendorf precisou da teoria do contrato de Grotius, para fazem a distinção entre dois tipos de pactos: A) o pacto de associação segundo o qual é formada a sociedade e que no sistema permite afirmar que a sociedade não se desfaz com a queda do governo) Um pacto de submissão pelo qual o poder é confiado pelopovo a um soberano.Quanto á Althusius sua presença é bastante clara em algumas elaborações de Rosseau,exemplo: Cartas da Montanha, e certos trechos deste Do contrato Social.

Quanto a Hobbes, resumimos sua doutrina assim: No estado de natureza os homens apenas visão satisfação egoísta de suas necessidades.O soberano legista ,estabelece os dogmas religiosos,etc.A teoria do contratosocial exposta por Locke, precursor do liberalismo burguês, opõe-se frontalmente a de Hobbes.Montesquieu se concentrava em fatores geográficos,Rosseau insistia nos valores históricos.

A economia política que se refere o livro hoje é chamada de administração pública.Esse livro é um estudo de teorias políticas,sociais e civis da época do século XVIII.



Conclusão do I capítuloExplica que a pessoa nascida de um Estado livre e membro do Conselho Geral ou Assembléia Soberana da Republica de Genebra (da época),mesmo que tivesse pouca influência de voz nos negócios públicos o direito que eles tinham para votar era suficiente para impor o dever de instruir. Diz que a ordem social é um direito que se auto justifica e que serve de base a todos os outros. Mas esse direitonão é proveniente de natureza foram fundados em convenções, mas precisa-se saber quais convenções.



Conclusão do II capítulo – Das primeiras sociedades

O que achei interessante e verdadeiro e nunca tinha parado para pensar e o que está neste capítulo: que a família é a mais antiga das sociedades, e ainda explica que os filhos permanecem com os pais durante o tempo que temnecessidade.Quando a necessidade cessa o laço natural se dissolve.Os filhos ficam isentos da obediência que tinham com os pais e os pais fica isento de cuidados com os filhos. Assim se tem a igualdade e a independência. Se continuarem unidos não é mais naturalmente mas sim voluntariamente.A família se mantém por conveniência. É uma liberdade comum e conseqüência da natureza do homem.Grotius nega que todo poder humano seja estabelecido em favor dos que são governados e cita a escravatura como exemplo. Calígola concluiu dessa analogia que os reis eram deuses e os povos eram bestas. O raciocínio de Galícola é igual ao de Hobbes e de Grotius. Aristóteles antes deles havia dito que os homens não são Naturalmente iguais ,uns nascem para escravidão e outros para dominar.Conclusão do III capítulo- Direito do mais forte

Mais forte se não transformar sua força em direito e a obediência em dever nunca vai ser o senhor. A força faz o direito o efeito muda com a causa. A palavra direito nada acrescenta a força , aqui não significa absolutamente nada. Se obedecer as potências quer dizer ceder a força o preceito é bom. Ex.: Quando uma pessoa nos...
tracking img