O banquete

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  • Publicado : 21 de abril de 2011
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INTRODUCAO
Trata-se de um diálogo em que Platão apresenta diversos oradores discursando sobre o Amor ou seja, um discurso em louvor a Eros que, na mitologia grega, é a divindade que representa o Amor.
Diz-se que depois de muitas festas, com bebidas em excesso, resolveram dar uma trégua e instituíram um encontro filosófico sobre o elogio ao deus Eros, sugerido por Erixímaco. Os oradores, emordem de apresentação, foram: Fedro, Pausânias, Erixímaco, Aristófanes, Agaton, Sócrates e Alcibíades.

O BANQUETE

A obra é iniciada com um diálogo entre Apolodoro e outra pessoa, a qual não é revelado o nome, a qual deseja saber sobre o encontro (Banquete) entre Agatão, Sócrates e Alcibíades e outros e saber dos discursos sobre o amor. Os dois, estão seguindo de casa (Faledero) para a cidade,quando são interrompido por Glauco. Como Aristodemo havia participado do Banquete e contado como havia ocorrido para Apolodoro, este ultimo se encarregou de relatar o que tinha acontecido para seu companheiro e para Glauco.
Aristodemo encontra Sócrates banhado e calcado com sandálias, o qual seguia para o jantar na casa de Agatão (discípulo de Sócrates), Aristodemo se auto convida e Sócratesconcorda assim, ambos seguem para a reunião. Chegando a casa de Agatão, este o convida par ao jantar dizendo tê-lo procurado dia anterior para realizar o convite. Sócrates demora a entrar na casa ficando conversando com os vizinhos, ao adentrar Agatão convida socrates a se sentar ao lado dele, Sócrates diz que gostaria muito de compartilhar da sabedoria de Agatão. Pausânias diz que está muito indispostopor causa da bebeira da noite anterior, como a maioria também tinha participado da bebedeira, concordaram que não exagerariam no vinho.
Erixímaco sugere a estimulo de Fedro que os discursos deveria ser sobre o Amor (deus Eros) assim, Fedro em seu discurso inicia dizendo que o Amor é o mais antigo dos deuses. É ele que projeta as boas ações e oportuniza uma vida honesta. Nesse sentido, com o Amorpoderíamos constituir uma política eficaz, pois: "ninguém faria o que fosse desonesto". Com o Amor, portanto, estimular-se-ia "a prática de belas coisas". Fedro encerra seu discurso dizendo que o Amor é o deus mais antigo, mais respeitável e o mais honrado a levar o homem à posse das virtudes e da felicidade, nesta vida e depois da morte!
Posteriormente começa a falar Pausânias, inicia dizendoque foi muito simples “a prescrição” sobre o amor feito por Fedro, para Pausânias não existe um só amor, faz uma relação entre os Deuses Afrodite (Urania e Vulgar) e o amor, a diferencia entro o Amor dos jovens ao mais velhos, o amor maior do corpo do que da alma... em suma apresenta uma distinção entre o Amor: existe o "Amor belo e louvável" que está relacionado com a moral, a alma nobre. É,portanto, duradouro. Mas também existe o "Amor vulgar" ou "sensual" que está relacionado ao corpo. Esse "não oferece segurança, nem estabilidade". Logo, é temporário.
Aristodemo indicado por Pausânias para ser o próximo a falar porem, Aristodemo teve um ataque de soluço que o fez passar a palavra ao próximo, Eríximaco, que por ser médico, além de falar, tentou ajudar a parar o soluço de Aristodemoindicando alguns “remédios” para o problema.
Erixímaco vai além do Amor do homem e atinge a natureza, no entanto, afirma que as ocorrências negativas: doenças, prejuízos etc, se originam da desordem, dos exageros ou dos "desregramentos das inclinações amorosas entre si". Considera que o Amor deve ser buscado pelas vias da sabedoria para projetar harmonia na alma e no corpo. Erixímaco vê aexistência de um amor bom e um ruim. É o Amor bom que promove o bem-estar e a harmonia, estando em todas as esferas do cosmo e das artes humanas. Ele compara a medicina e a música: a primeira deve fazer existir a harmonia entre as forças físicas antagônicas e segunda deve combinar tons altos e baixos para formar uma sinfonia. o médico grego diz que o homem deve sim consentir o prazer, mas não deve se...
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