O banco mundial e as politicas educacionais brasileiras

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
CAMPUS AVANÇADO DE JATAÍ
DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
















O BANCO MUNDIAL
E AS POLÍTICAS
EDUCACIONAIS BRASILEIRAS










JATAÍ-GO
Janeiro de 2004

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
CAMPUS AVANÇADO DE JATAÍ
DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA






Acadêmicos:

Amarildo Vergínio Moreira
Cícero Gonçalves Rocha
JoãoBatista








O BANCO MUNDIAL
E AS POLÍTICAS
EDUCACIONAIS BRASILEIRAS









JATAÍ-GO
Janeiro de 2004
BRASIL LIDERA REPETÊNCIA ESCOLAR NA AMÉRICA LATINA, DIZ UNESCO

FÁBIO DE OLIVEIRA
da Folha Online

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) divulgou um relatório com estatísticas da educação em 19 países da América Latina,no qual o Brasil apareceu como o campeão de repetências.
De acordo com os dados, coletados em 1998 e 1999, 24% dos alunos do ensino fundamental e 18% dos alunos de ensino médio no país estavam repetindo de ano. No entanto, nem todas as notícias são ruins. O Brasil, assim como em outros seis países da região, alcançou a universalização do ensino: 100% das crianças em idade de freqüentar oprimário vão à escola.
Segundo Maria Dulce Borges, coordenadora do setor de educação da representação da Unesco no Brasil, um grande passo já foi dado no que diz respeito à escolarização na América Latina, com taxas de aumento expressivo. "No geral, a preocupação maior agora é a qualidade", diz ela. "Às vezes, as duas coisas, quantidade e qualidade, não andam juntas. É difícil fazer asduas coisas."
De acordo com a coordenadora do setor de educação da Unesco, uma série de fatores pode contribuir para diminuir as taxas de repetência no Brasil. Ela cita como exemplo as atividades extra-curriculares na própria escola. Segundo Maria Dulce, trata-se de uma forma de melhorar o clima nas instituições, de fazer com que pais, alunos e professores se conheçam melhor e possaminteragir, unindo-se pelo mesmo objetivo. Sem falar que é uma maneira de lidar com um fator universal hoje nas escolas: a violência.
"A relação interpessoal cria um outro estímulo nos alunos", diz ela. "Quando a criança sente que é importante no contexto da escola, sua atitude muda. Ela passa a dar atenção a coisas que antes considerava superfúlas. Fica mais interessada e melhora suafreqüência", diz Maria Dulce.
Os dados do relatório da Unesco são enviados pelos países analisados. Devido à data dessas informações, de cerca de quatro anos, a situação do ensino em alguns países pode até estar melhor, segundo Maria Dulce. Além disso, trata-se da primeira vez que os números são analisados regionalmente. "Isso possibilita obter dados mais atualizados e focados nas regiões", diz MariaDulce.
A Unesco não dispõe de um ranking dos países com piores índices de repetência. A instituição também não faz comparação entre países de realidades educacionais distintas, como o Brasil e os Estados Unidos. "São situações, contextos sociais e culturais muito diferentes", afirma a coordenadora.
A reportagem da Folha Online procurou o Ministério da Educação, mas ainda nãorecebeu retorno.
22 milhões de alunos estão fora da escola na América Latina da France Presse, em Paris.
Dois milhões de crianças estão sem ensino primário e 20 milhões não estão cursando o segundo grau na América Latina, de acordo com pesquisa da Unesco, assinalando que os altos índices de abandono e reprovação revelam um problema de qualidade nos sistemas educativos da região.Este informe sobre a América Latina, elaborado pelo Instituto de Estatísticas da Unesco e publicado hoje em Paris, é o primeiro de uma série que analisa a situação da educação no mundo por regiões.
O estudo inclui dados de 19 países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil Colômbia, Costa Rica, Cuba, Chile, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua,...
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