O ato de brincar e a inclusão

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  • Publicado : 26 de março de 2013
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EDUCAR CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS


As pessoas que apresentam necessidades especiais (portadores de deficiência mental,auditiva, visual, física e deficiência múltipla, e portadoresde altas habilidades) representam 10% da população brasileira e possuem, em sua grande maioria, uma vasta experiência de exclusão que se traduz em grandes limitações nas possibilidades de convíviosocial e usufruto dos equipamentos sociais (menos de 3% têm acesso a algum tipo de atendimento), além de serem submetidas a diversos tipos de discriminação.
Uma ação educativa comprometida com acidadania e com a formação de uma sociedade democrática e não excludente deve, necessariamente, promover o convívio com a diversidade, que é marca da vida social brasileira. Essa diversidade inclui nãosomente as diversas culturas, os hábitos, os costumes, mas também as competências, as particularidades de cada um.
Aprender a conviver e relacionar-se com pessoas que possuem habilidades ecompetências diferentes, que possuem expressões culturais e marcas sociais próprias, é condição necessária para o desenvolvimento de valores éticos, como a dignidade do ser humano, o respeito ao outro, aigualdade e a equidade e a solidariedade. A criança que conviver com a diversidade nas instituições educativas, poderá aprender muito com ela. Pelo lado das crianças que apresentam necessidadesespeciais, o convívio com as outras crianças se torna benéfico na medida em que representa uma inserção de fato no universo social e favorece o desenvolvimento e a aprendizagem, permitindo a formação devínculos estimuladores, o confronto com a diferença e o trabalho com a própria dificuldade.
Os avanços no pensamento sociológico, filosófico e legal vêm exigindo, por parte do sistema educacionalbrasileiro, o abandono de práticas segregacionistas que, ao longo da história, marginalizaram e estigmatizaram pessoas com diferenças individuais acentuadas. A LDB, no seu capítulo V, Da Educação...
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