M Todo In Situ

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ACRE - IFAC
CÂMPUS SENA MADUREIRA
CURSO SUPERIOR DE BACHARELADO EM ZOOTECNIA
DISCIPLINA: BROMATOLOGIA
DOCENTE: DAYANA ALVES DA COSTA





AVALIAÇÃO DE ALIMENTOS: MÉTODOS INDIRETOS IN SITU






ELSON FERREIRA DA CRUZ JÚNIOR
MARIA APARECIDA CAVALCANTE DE SÁ
SÁVIO DE MELO ANDRADE
VANUSA JARDIM ARAÚJO DA SILVA







SENA MADUREIRA – AC
2015ELSON FERREIRA DA CRUZ JÚNIOR
MARIA APARECIDA CAVALCANTE DE SÁ
SÁVIO DE MELO ANDRADE
VANUSA JARDIM ARAÚJO DA SILVA






AVALIAÇÃO DE ALIMENTOS: MÉTODOS INDIRETOS IN SITU





Trabalho escrito apresentado à disciplina de Bromatologia da professora Dayana Alves da Costa, como requisito avaliativo da N2.









SENA MADUREIRA – AC
2015
INTRODUÇÃO

Sabe-se que existem vários métodos que podem serrealizados para avaliar a digestibilidade e degradabilidade de cada alimento para cada animal, em especialmente os ruminantes. Uma dessas avaliações é feito por meio do método indireto in situ. Esta técnica baseia-se no desaparecimento da amostra de alimento colocado em sacos de náilon ou outro material sintético, e incubados no rúmen por diferentes períodos de tempo, fornecendo informaçõesutilizadas na elaboração de sistemas para a predição das exigências nutricionais em ruminantes. Diante disso, o presente trabalho tem por objetivo descrever a metodologia de avaliação de alimentos pelo método indireto in situ.

DESENVOLVIMENTO

A metodologia in situ é uma técnica amplamente utilizada em estudos de desaparecimento da fração nitrogenada da amostra. No entanto, a sua utilização também temsido aplicada na descrição da cinética de degradação de outros componentes da dieta, como amido e carboidratos estruturais.
A técnica (denominada técnica do saco de náilon, dácron, poliéster ou degradabilidade in sacco ou in situ) propicia uma estimativa rápida e simples da degradação dos nutrientes no rúmen, além de permitir o acompanhamento de degradação ao longo do tempo.
Técnicas in situ vêemsendo utilizadas intensivamente por mais de duas décadas, para comparar características de degradação entre os alimentos e melhorar o conhecimento da digestão ruminal. O AFRC (1993) vem adotando a técnica in situ como método padrão para caracterizar a degradabilidade ruminal do nitrogênio, por apresentar resultados semelhantes àquelas obtidos pela técnica in vivo.
Alguns fatores devem ser observadosno momento da adoção da metodologia para que os erros possam ser minimizados:
Qualidade e porosidade dos sacos de náilon – deve-se considerar uma porosidade adequada que permita a entrada dos microrganismos no interior dos sacos para degradação dos alimentos, remoção dos produtos finais da degradação e redução das perdas de amostras não degradadas, sendo que o tamanho de poro recomendadoencontra-se na faixa de 45-50 µm.
Determinação dos números de horários de incubação (dependerá do tipo de alimento a ser avaliado) – para a maioria dos suprimentos proteicos, os tempos de 2, 6, 12, 24 e 36 horas proporcionam informações da curva. No caso dos fenos, palhas e outros materiais fibrosos, geralmente requerem tempo de incubação mais prolongados, até 144 horas.
Tamanho da partícula das amostras– o ideal é que as amostras sejam moídas de forma representar o processo mastigatório do animal. No caso dos concentrados, pelo já reduzido tamanho de partícula, não é necessário preparação especial. Somente em casos que apresentam tamanho de partículas elevados devendo ser moídos em peneiras com crivos de 2,5 a 3 mm, sendo esse tamanho recomendado também para forragens secas e cereais. Quando setrabalha com forragens verdes, úmidos e ensilados, é mais apropriado uma moagem em peneira com malhas de 5 mm.
Os sacos dentro do rúmen devem apresentar livre movimentação, permitindo a entrada de líquido ruminal no interior, de forma que todas as amostras possam ser adequadamente colonizadas e possibilitar as trocas entre fluidos internos e externos ao saco.
Deve-se atentar para que o resíduo,...
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