A vida de marcello serpa

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  • Publicado : 10 de novembro de 2012
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* Aos 15 anos, sentiu necessidade de viajar e foi para Europa.
* Procurou fazer arte aplicada. Começou designer, terminou publicitário.
* É incrível como as relações entre esses “grandespublicitários” parece ser estremecida, como que enormes egos sempre se chocando. Fiquei com essa impressão na palestra dele, quando fala de outros profissionais.
* “Diretor de arte era chamado dedecorador de anúncio (DA)”, sobre como sua função era criticada por redatores.
* “Sempre tive ídolos, em cada fase da vida”. Depois, com tempo, deixou de ter ídolos. Disse que a relação ficou maishumana, mais próxima, mais de igual para igual. Achei interessante e correto.
* O mercado de publicitário está em SP. Nizan comentou a mesma coisa, de outra forma. Não adianta querer ter uma agêncianacional com sede no Rio ou em Salvador.
* “Liderança não é título, se exerce pelo exemplo e com empatia”. Quer levar seus liderados “a um lugar melhor”, ou seja, quer ajudá-los a ir mais longe. OPetit (da DPZ) fazia isso e tenta fazer isso sempre, com todos que trabalham com ele. “Já fui líder sem ter cargo”.
* “Sucesso é reconhecimento”. Mas é preciso ter cuidado com o ego, que “podeficar gordo, e o colesterol do ego faz mal”.
* De uma maneira humilde até falou da sorte e do acaso. Chegou onde chegou também com a ajuda do destino. “Talento existe sim, mas um talentoespecífico”. E ele também acredita na intuição.
* “Não sou piloto de avião”, sobre poder errar na publicidade. “O máximo que vai acontecer é perder a conta do cliente”, não é o fim do mundo. Deve ser difícilpraticar isso na vida real. E deve ser mais difícil ainda assumir os erros, numa profissão de tanta imagem, e egos “com colesterol”. :-)
* “Talento em publicidade é associar coisas diferentes, quecombinam quando juntas. É a síntese. É ver o óbvio.” Gostei muito dessa explicação. Simples.
* “Só aprendi a ter sócios depois dos 35 anos”. “Não sou empresário”. Não quero ter chefe.
* “É...
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