A sociologia entre a modernidade e a contemporaneidade

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Sociologia das Organizações
































A Sociologia entre a Modernidade e a Contemporaneidade




























Porto Alegre
2011




















A Sociologia entre a Modernidade e a ContemporaneidadeNesse trabalho será abordado o texto A Sociologia entre a Modernidade e a Contemporaneidade, que trata de modelos de produção industrial.
















Porto Alegre
2011
SUMÁRIO


1 INTRODUÇÃO 4
2 A SOCIOLOGIA ENTRE A MODERNIDADE E A CONTEMPORANEIDADE 5
3 O FUTURO DO TRABALHO 5
3.1 UM NOVO PARADIGMA DEPRODUÇÃO 5
3.2 A MONTAGEM DO NOVO PARADIGMA 6
3.3 O FIM DO TRABALHO IDIOTA? 8
3.4 A CRISE DA SOCIEDADE DO TRABALHO 9
4 CONCLUSÃO 10
5 REFERENCIAS 11
6 APÊNDICE 12
6.1 QUESTIONÁRIO 12







































1 introdução



O presente trabalho expõe uma análise sobreo texto “O Futuro do Trabalho” de Antônio Guimarães, Departamento de Sociologia, Universidade da Bahia, extraído do livro “A sociedade entre a modernidade e a contemporaneidade” de Sergio Ardono. O texto analisa teses referentes aos modelos de produção industrial. Observando os principais princípios e as ideologias dos modelos de produção dos grandes pensadores da indústria, como Taylor, Ford eOhno.
Este trabalho se propõem à apresentar um seminário, onde é resumido e apresentado o tema exibido acima.















































2 A Sociologia entre a Modernidade e a Contemporaneidade




3 O futuro do trabalho



No texto, é analisado brevemente alguns métodos do trabalho industrial,apontando o futuro do trabalho industrial e à suplantação do fordismo, às novas formas de gestão do trabalho, à redução de trabalhadores e ao fim da sociedade do trabalho e de dois referenciais básicos do mundo moderno: o trabalho como medida de valor e a ética do trabalho.



3.1 Um novo paradigma de produção



A afirmação de que o futuro do trabalho industrial é superar o modelotaylorista, modelo que reduz as tarefas à sua expressão mais simples viabilizando a sua execução mais rápida por um trabalhador sem qualificação especial, com o principio da separação rigorosa das tarefas e sua rígida estrutura hierárquica de controle e supervisão.
Seguindo essa afirmação, a crise do capitalismo americano e europeu deveu-se fundamentalmente à crise do fordismo, enquanto modeloprodução e realização de valor. O modelo fordista, enquanto sistema produtivo, pode se pensar como uma extensão dos princípios tayloristas aplicados, no sucesso na automação das máquinas controlando o tempo das tarefas e na produção em grande escala.
Unindo estes princípios organizacionais surge o taylorismo-fordismo, resumidos por Stephan Wood que só é possível produzir eficientemente emgrandes lotes ou com longo tempo de operação das maquinas, assim supõe-se a existência de grandes estoques o que implica maiores custos, incentivando a padronização e explica a estratégia competitiva como a “importância secundaria da qualidade em relação à competição via preços”.
Na última década assistimos o avanço japonês, o segredo japonês é um modelo de produção mais eficiente e maiscompetitivo que o fordismo. Consisti em produzir em massa, mas sem estoques, fornecendo melhorias operacionais e de qualidade do produto constantes sem separar tarefas de concepção e execução, com custos menores e aumentar a intensidade do trabalho com a cooperação dos trabalhadores. Assim, puderam concorrer em melhores condições movendo os fabricantes americanos e europeus em varias indústrias,...
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