A seguridade social no enfrentamento das desigualdades sociais.- idosos

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
CURSO SUPERIOR EM SERVIÇO SOCIAL

LINSMAR CARNEIRO DOS SANTOS

FILOSOFIA E O DESMATAMENTO

ITABERABA-BA

FILOSOFIA E O DESMATAMENTO

Trabalho apresentado ao Curso Superior em Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná.
Para otema: .
Orientadora:Marcia Bastos.

ITABERABA

INTRODUÇAO

Onde vamos parar ? O homem nem um pouco preocupado com o com o meio ambiente, porque tanto desmatamento?porque o governo não apresenta um plano de reflorestamento, seria o mais viável desmatou, plantou daqui alguns anos, será que vamos contar, aos nossos filhos que ali existiu uma florestachamada Amazônia? Não queremos contar essa historia? E claro que não,

Desenvolvimento

A um tempo atrás saiu uma reportagem na revista veja, sobre a corrupção na área ambiental, eu tirei uma conclusão, que esta muito difícil o governo tomar medidas mais severas sobre o assunto, porque e do próprio governo que sai toda sujeirada os nossos representantes que dão,ordem para desmatar em troca de votos eles não estão preocupados com o tamanho de área que vai ser desmatada quanto mais área desmatada mais votos eles vão ter,que tipo de político estamos lidando, um ambientalista, falou, “vamos trazer recursos para manter a floresta em pé, A lógica e a seguinte: todo mundo diz que a Amazônia e importante, todo chora quando cortam uma árvore da Amazônia. Agora,temos 25 milhoes de pessoas que vivem na Amazônia. E nos precisamos de recursos para essas pessoas sobreviverem com praticas sustentáveis” o que esperar se no congresso existe uma corja, que e movido pela cobiça, pelos interesse políticos e não pelo interesse do cidadão, vamos contar uma historinha
Era uma vez um político com chapéu vermelho. Quer dizer... poderia ser de qualquer cor ochapéu desde que valesse a pena financeiramente ou a barganha fosse vantajosa. O político do chapéu vermelho não vivia sozinho, mas naquele dia curiosamente estava. Talvez fosse recesso parlamentar na floresta ou época de eleições no povoado. Enfim, ele estava sozinho. Pegou sua cestinha preta, seu cândido guarda-costas e saiu pela floresta com seu possante carrinho importado porque tinhacompromisso. Precisava levar uma encomenda especial para sua vovozinha, que estava em casa. A vovozinha não estava exatamente, doente, mas aposentada. Ah sim! Evidentemente aposentada não pelo simples e majoritário enquadramento da maioria do povo no INSS com um ou dois salários mínimos. Estou falando de aposentadoria especial. Que só gente como a vovozinha conseguia...
Pois bem. O políticodo chapéu vermelho (ou branco, ou azul, ou verde, sei lá, depende da região de sua base eleitoral ou mesmo do gosto do eleitor) tinha de atravessar a densa floresta. Que já não era mais tão densa porque o desmatamento havia tomado conta. Coisa dos grileiros do povoado. O político do chapéu vermelho sabia muito bem disso, porque os homens maus do meio ambiente viviam autorizando desmatamento nafloresta em troca de uns favorzinhos. Mas tudo bem!
Ele seguiu seu caminho até que alguém fazia sinal para que parasse. Ele mandou o motorista do chapéu preto parar e saiu do carro ofegante e já irritado. Colocou as mãos na cintura, ajeitou seu chapeuzinho vermelho e vociferou uma meia dúzia de palavrões para o coitado que acenava uma bandeirinha (vermelha). O pobre coiote logo sedesculpou e disse que era coisa do lobo mau. Ele era apenas funcionário do lobo mau e estava cumprindo ordens.
O político do chapéu vermelho não hesitou e mandou chamar o lobo mau. Queria ter uma conversa com ele. Como era possível que o petulante lobo fosse interromper a estrada (pública) e impedir que ele, uma autoridade na floresta e no povoado, passasse. Absurdo inaceitável...
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