A rede social

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  • Publicado : 16 de setembro de 2012
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Síntese conclusiva

1 – Idéias e conceitos

“A rede social” é um filme atual não por ser apenas do Facebook, mas por abordar questões pertinentes como o bullying virtual ou a falsa sensação de poder que a internet pode criar. Isso sem falar na questão dos direitos autorais em tempos de web colaborativa, na crise da indústria fonográfica e até mesmo na privacidade de seus usuários. [2]
Para osjovens, pertencer a um grupo é importante na sua vida social, e, a criação do Facebook, possibilita a eles integrar um clube (que só entra quem recebe convite), e a Mark ser o cara legal que criou a grande rede social. Além disso, está em constante mudança, se adaptando às necessidades dos jovens, como ter acesso às fotos, compartilhar links e no mural publicar o que estápensando/fazendo/querendo. Se o internauta sai com alguém, mas desconfia que este alguém tenha outro: facebook it! [3]
A revista norte-americana “Seventeen” divulgou hoje uma pesquisa curiosa sobre a influência do Facebook na vida amorosa e no processo de conquista de 10 mil jovens com idade entre 16 e 21 anos. Os dados mostram que 60% dos jovens entram pelo menos uma vez por dia no perfil do possível parceiro após umasemana de terem se conhecido. Eles desejam conversar, conhecer os gostos e se aproximar dos amigos do pretendente. Desses, 40% afirmam fazer isso várias vezes ao dia.
Entre todos os entrevistados, 72% alegam que a rede social cumpre a função de aproximar os parceiros na vida real. “Os adolescentes são muitos sociáveis e o Facebook tem um papel fundamental na forma como se comunicam”, disse AnnShoket, editora-chefe da “Seventeen”, ao site Mashable.
A pesquisa trouxe outro dado curioso e até um pouco cruel: 10% dos entrevistados dizem terem levado um fora por meio do Facebook. Mas, surpreendentemente, 73% não se importam em deixar o “ex” na lista de amigos. [4]
O sucesso da visão de Zuckerberg vai depender de um delicado equilíbrio entre a disposição das pessoas para partilharem cada vezmais informações pelo Facebook e o outro lado desse fenômeno: a perda de privacidade. É verdade que ninguém é forçado a colocar nada no site: todas as contribuições são voluntárias. O Facebook também oferece uma série de controles para que certas informações sejam vistas apenas por um grupo de amigos, ou pela família, por exemplo. Mas é claro que o sistema se torna mais valioso quanto mais públicoforem as informações “postadas”.
O Facebook claramente usa as informações que seus usuários divulgam em seus perfis para a publicidade. A preocupação é: o que uma empresa com dados privados de milhões de pessoas vai fazer com eles? Embora tenha mecanismos para aumentar a privacidade dos usuários, eles são pouco utilizados por conta de sua complexidade. Assim como na vida real informações fogemde nosso controle, na web não é diferente. A conclusão que fica é que o usuário do Facebook colhe o fruto que plantou: se algo particular se espalha, bem, essa foi uma escolha sua ou de um amigo seu. Ainda assim, o que o Facebook fará com o que colocamos na rede é uma questão que assombra organizações que prezam pela privacidade.
Outra expansão importante da plataforma Facebook é no mundo dostelemóveis. Hoje, 200 milhões de pessoas já usam o serviço móvel. O Facebook lançou, em Agosto do ano passado, o sistema Places, que permite que os utilizadores mostrem onde estão. Um lojista pode criar promoções exclusivas para os seus “amigos” no Facebook quando souber que eles estão a andar pelas redondezas, por exemplo.
Na esfera cultural, as fronteiras têm sido apagadas pelo que se chama demulticulturalismo. O fator da desterritorialização cultural é consequência da globalização, trata-se de uma interseção entre o espaço físico e o eletrônico. [5] Hoje, através da internet, é possível ouvir uma rádio russa, ler um jornal da Coréia e visitar um site da Finlândia. Fazemos isso diariamente com muita facilidade. Podemos estar conversando com alguém do Sri Lanka pelo messenger, sem nos...
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