A pratica reflexiva no oficio do professor

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  • Publicado : 24 de março de 2013
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A PRÁTICA REFLEXIVA NO OFÍCIO DE PROFESSOR

PHILIPPE PERRENOUD
Philippe Perrenoud é professor na Universidade de Genève.
A sociedade esta sempre em constantes mudanças como também a escola poderia estar. Afinal se acontece isso o que devemos fazer para extrair a formação do professor? Com certeza a formação napratica reflexiva, pois até mesmo um profissional pode sim ocorrer mudanças. Mas são eles os mediadores do conhecimento.
A prática reflexiva e o envolvimento critico, neste contexto serão considerados como orientações prioritárias da formação dos professores.
A sociedade esta na escola e a escola esta na sociedade, ( Mollo 1970), entretanto a escola é um local que protege da sociedade nãopode parar de funcionar nos momentos em que a sociedade passar por momentos difíceis, pois quando a violência urbana entra a escola, as mentes sentem-se chocadas.
O papel da escola não é formar facção, e nem partidos do poder. Ela pertence a todos. O sistema educativo tem que encontrar equilíbrios nos conflitos e nas realidades da sociedade.
Apesar do surgimento da tecnologia da renovaçãodas ideias pedagógicas o trabalho do professor evolui lentamente. Mas será que a escola esta em constante transformação como a sociedade? Certamente que se uma pessoa ficar por alguns anos longe de sua cidade e ao passar do tempo ela voltar, logo descobrira mudanças nos transporte, na alimentação. E se por acaso ir a uma escola e entrar em uma sala de aula, seja provável que o professor não sejamais o mesmo nem o modelo das capas, entretanto em nenhum momento duvidara que esteja em uma sala de aula, afinal por que a formação dos professores teria que mudar se o sistema de trabalho é o mesmo? E se o professor trabalhar alfabetizando uma grande parte da sociedade, sem ganhar muito não estaria bom assim?
O problema é que muitos jovens saem da escola analfabetos, mas isso não interessaverdadeiramente para aqueles homens com poder aquisitivo. A realidade é que a “miséria do mundo é ignorância” (Bourdie,1993) alguns homens contemporâneos chegam a pensar se todo homem fosse instruídos quem varreria as ruas?”O dilema dos governadores esta época é querer fazer muito com pouco”.
Sabemos que são poucos que se preocupam verdadeiramente com o sistema educativo, atualmente ademocratização dos estudos atingiu um patamar em que diversos países colocar as classes médias entre os favoritos. De certo que não é todos os países que conseguem ter um bom recurso para dá totalmente uma educação de qualidade.
Não há forças sócias importantes que exijam uma escola eficaz. Em outros termos: a ideia de que a escola deve formar o maior número possível de alunos considerando a evoluçãoda sociedade, não é combatida abertamente, porém, só é um principio motivador para aqueles que realmente a levam a serio e a ela dão prioridade.
Os numerosos atores e grupos sociais que não tem nenhuma nova ambição com relação a escola e também não consideram que ela falhou em suas missões tradicionais não tem nenhum motivo para querer que ele forme melhores alunos e também que os professoressejam mais generosos. Homens de alto recurso como governadores sabem não dá para formar bons profissionais sem pagar bem, logo tem em mente que estão lidando com pessoas que tem a prática reflexiva. Temem que esses profissionais se tornem mais eficaz do que eles pensam. Logicamente que nenhum profissional irá trabalhar de graça, mais desde que não deixe de reivindicar, ou seja, de pagar seupreço como a responsabilidade, cooperação, transparência, e sem duvida mais trabalho.
Entretanto existem países que não tem bons recursos para formar bons profissionais de certo que seria um erro acreditar que o desenvolvimento econômico garante a profissionalização, enquanto nos países em desenvolvimento o papel deles é rígido em formar uma estratégia pratica reflexiva e de envolvimento...
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