A nova era do acesso

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  • Publicado : 7 de outubro de 2012
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Como será possível a perpetuidade das empresas, se sustentabilidade está diretamente ligada com redução de consumo, e consequentemente dos projetos ?

Com a nova organização Político-Ecônomica docapitalismo, passando do fordismo à acumulação flexível, notamos diversas mudanças na organização do trabalho, bem como, na cultura de consumo da população. O fordismo, caracterizado principalmentepela produção em massa e o consumo em massa - resultado de um trabalho altamente especializado,alienante, cujo resultado era um enorme volume de produtos pouco diferenciados e que deveriam ser escoados(consumidos) - foi sendo substituído pelo novo regime de acumulação flexível. Neste novo regime, caracterizado principalmente por novos sistemas de produção flexíveis que permitiram uma correnteaceleração no ritmo de inovação dos produtos, o tempo de vida dos mesmos caiu pela metade em comparação com os produzidos no fordismo. O vídeo trata de um assunto também discutido no texto de JeremyRifkin (Entrando na era do Acesso), "Em um mundo de produção customizada, de inovação e atualizações continuas e de ciclos de vida de produto cada vez mais breves, tudo se torna quase imediatamentedesatualizado. Ter, guardar e acumular, em uma economia em que a mudança em si é a única constante, faz cada vez menos sentido", Nessa era em que a relação de propriedade vem cada vez mais sendosubstituída pelo acesso, o consumo passa a ser de recursos e experiências culturais (em vez da posse de produtos). Como Rifkin afirma, "fazendas, fábricas e escritórios praticamente sem trabalhadores serão anorma em todos os países", portanto a perpetuidade das empresas se dará com a automatização total e constante exploração em meio a esfera de trabalho cultural e comercial, para atender às necessidades edesejos culturais da população.
Atualmente já podemos observar essas mudanças claramente, o crescimento de sites que vendem "experiências" como Peixe Urbano, Click On e A vida é bela, refletem...
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