A mulher na politica

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  • Publicado : 14 de março de 2012
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As mulheres são maioria da população, entretanto, não é o que encontramos nos cargos de representação política. O Brasil é a 8ª economia do mundo, mas ocupa o 106º lugar no ranking mundial departicipação política feminina no parlamento.

Esta disparidade deve ser alvo de questionamento por parte de todos os movimentos sociais, partidos e sujeitos, que têm a democracia como princípioindispensável.

A atual bancada feminina na Câmara Federal é 8,77% do total da casa (45 mulheres em 513 cadeiras). Dos 22 partidos que têm representação na Câmara, 8 deles não elegeram mulheres. Também em trêsestados nenhuma mulher foi eleita deputada federal: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Sergipe. Na bancada mineira, as mulheres são 1,9% do total. No Senado, as mulheres são 12 dos 81 Senadores. Edentre os 27 Governadores, são 2 mulheres.

Reconhecimento da importância da política entre as mulheres subiu de 70% para 80% entre 2001 e 2010 (muito importante foi de 38% a 52%) – taxas semelhantesàs observadas entre os homens hoje (respectivamente 82% e 57%).
 De 2001 a 2010 a percepção entre as mulheres de que a política tem influência sobre suas vidas pessoais subiu de 55% para 63% (para 27%influi muito), mas também cresceu (de 56% para 64%) a sensação de que elas não têm influência sobre a política.
Entre os homens 76% reconhecem hoje a importância da política em suas vidas (para 37%influi muito) e 54% acham que a recíproca não é verdadeira, que eles não têm influência sobre a política.
Subiu de 47% para 63% entre 2001 e 2010 a avaliação de que “a democracia é sempre melhor quequalquer outra forma de governo” – opinião que chega a 72% entre os homens hoje.
De 2001 a 2010 oscilou negativamente de 75% para 70% a concordância das mulheres com a frase de que “a política seriabem melhor se tivessem mais mulheres em postos importantes”; só 15% discordam (antes 16%). Entre os homens hoje a concordância cai para 49% e discordam 26%.
Subiu de 59% para 78% entre 2001 e 2010...
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