A luta pelo direito Fichamento

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AGES
FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS




NATAN ROMÃO DE SANTANA


FICHAMENTO:
A luta pelo direito



Fichamento apresentado no curso de IED da Faculdade AGES como um dos pré-requisitos para a obtenção da nota parcial da disciplina introdução ao estudo ao direito no 1º período, sob a orientação doProfessor Mestre Edson Pires da Fonseca








Paripiranga
Outubro de 2013
Lhering.Rudolf Von. A luta pelo direito. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2010.

RESUMO:
O autor diz que somos responsáveis por nossos direitos, Para ele, as leis não valem nada sem o homem ter o sentimento de justiça, e também não basta apenas querer justiça, precisa haver uma ação, nada vale existirem tantasdoutrinas, códigos e tantos outros instrumentos jurídicos sem que os interessados (ou seja, os cidadãos) não conhecerem ou reclamarem por seus direitos

Credenciais do autor

Rudolf von Hering foi um jurista alemão. Ocupa ao lado de Friedrich Karl von Saigon lugar ímpar na história do direito alemão, e cuja obra influenciou diversas outras em todo o mundo ocidental. Cujo tem as obras: Oespírito do direito romano nas várias fases do seu desenvolvimento, (4 Vol. 1852-1865) A finalidade do Direito, (2 Vol., 1877-1883).

PARECER POR CAPÍTULO:
Capítulo I
“A ideia do direito encerra uma antítese que se origina nesta ideia, da qual jamais se
Pode, absolutamente, separar: a luta e a paz; a paz é o termo do direito, a luta é o meio de obtê-lo.” (P.22)
“A espada sem a balança é a forçabruta, a balança sem a espada é o direito impotente; completam-se mutuamente: e, na realidade, o direito só reina quando a força dispendida pela justiça para empunhar a espada corresponde à habilidade que emprega em manejar a balança.” (P.23)

“O direito é como Saturno devorando seus próprios filhos; renovação alguma lhe é possível sem romper com o passado.” (P.25)

“(...) o direito deveestudar e investigar, sem interrupção alguma, o verdadeiro caminho, e encontrando-o, os obstáculos que se lhe opõem e o impedem de avançar.” (P.25)

“Certamente o direito ter-se-ia desenvolvido em um terreno semelhante, sem necessitar de outra força senão do poder da persuasão (...)” (P.26)

“(...) quando Deus quer a prosperidade de um povo não lhe dá por meios fáceis, porém por caminhos maisdifíceis e penosos.” (P.27)

O direito é uma arma muito poderosa contra os erros impunes da humanidade, porém, para consegui-lo chegar nesse ponto, o sofrimento constante e o desprezo de uma sociedade fez com que o mesmo se adaptasse.


Capitulo II
“Quando a espada era invocada a pôr termos às querelas do meu e do teu, quando o cavaleiro da idade média enviava o cartel de desafio, aquelespresenciavam a luta podiam pressentir perfeitamente que não se lutava somente pela coisa em seu valor material, para evitar uma perda pecuniária, porem se defendia alguma coisa mais, defendia-se o direito de cada um, sua honra e sua própria pessoa.” (P.28)

“Qualquer que seja a solução, deverá fazer sempre um sacrifício; __ ou sacrificará o direito a paz ou a paz ao direito. A questão assimapresentada parece limitar-se a saber qual dos sacrifícios é o menos oneroso.” (.28)

“(...) é uma questão de gosto e de temperamento; este ama a paz, aquele o combate, e, sob o ponto de vista do direito, ambos são respeitáveis, porque todo o interessado pode escolher ou abandonar o seu direito ou fazê-lo valer.” (P.29)

A forma de conseguir o privilégio de ter um direito sobre algo, sempreacompanhará as desavenças de uma sociedade, se alguém tem direito de alguma coisa virá os sacrifícios para o telo.

Capitulo III
“O sentimento da honra tem-se nelas apurando, sendo isto o resultado e a expressão, da posição legal têm sabido conquistar.” (P.34)


“Não é na riqueza nem no luxo que está o perigo para o sentimento do direito no povo; não são responsáveis por estas doutrinas, mas a...
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