A linguagem brasileira de sinais

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Universidade Anhanguera
Pedagogia 2º Semestre
A Lingua Brasileira de Sinais na prática docente











A LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS NA PRÁTICA DOCENTE.











Tutora à Distância: Profa. Dra.Lilian Cristine Ribeiro Nascimento

Campo Grande










INTRODUÇÃO



Desde o primórdio da humanidade, a surdez é considerada uma polemica e umgrande desafio para família, profissional medica e na educação, e ao decorrer dos tempos a surdes pode ser compreendias e seus tabus quebrados.


Pessoas com surdez estão sendo inclusas nas escolas regulares, onde requer dos docentes estratégias para que ocorra aprendizagem e interação com todos os alunos ao mesmo tempo.


Os professores precisa se aprofundar mais para que possaassim desenvolver um melhor trabalho para atender toda a deficiência que exista na sala e assim promovendo a cultura de uma sociedade inclusa.


Os alunos surdos precisam de ambientes educacionais estimuladores e que explorem suas capacidades em todos os sentidos.


Diante das considerações iniciais, o objetivo do presente relatório é de adquirimos um amplo conhecimento do que éa surdez, quais é seu aspecto medico cultural, sobre a cultura surda, como preparar atividades pedagógicas e como é aprendizagem para os alunos.




LIBRAS E A CULTURA SURDA EM SEUS ASPCTOS




Quando se fala em deficiência auditiva, faz-se necessária a compreensão do que é surdez, para que possamos compreender as implicações desta deficiência.


Segundo Fernandes (2003),surdez é a privação parcial ou total do sentido de ouvir. Essa incapacidade pode ser de origem congênita, causada por viroses maternas, doenças tóxicas desenvolvidas durante a gravidez, predisposição genética e etc., ou adquirida, isto é, a pessoa pode nascer surda ou adquirir posteriormente através de uma doença ou acidente.


O diagnóstico médico consegue identificar a causa maisprovável da perda auditiva, mas nem sempre isso é possível. Os familiares é a peça chave para essa descoberta assim como o médico pediatra, os médicos aconselham a família a observar o comportamento da criança, para detectar eventuais sinais de perturbação, desde as primeiras semanas após o nascimento. S e o bebê for exageradamente quieto, não virar a cabeça procurando a origem de algum barulho fortecomo um trovão, por exemplo, ou continuar o choro, mesmo que a mãe tente acalmá-lo apenas com a voz, talvez seja o caso de se preocupar.


Idealmente, a surdez deve ser diagnosticada o mais cedo possível, mas não é o que acontece na maior parte das vezes. Com freqüência a criança fica sem atendimento até o momento de ir para a escola. Quanto mais tempo se passa, maiores são as dificuldadesde desenvolvimento tanto no campo da linguagem quanto nos níveis social, psíquico e cognitivo. Quando há problemas, o diagnóstico precoce permite que a família seja orientada desde o primeiro momento, recebendo informações de profissionais (médico, psicólogo, fonoaudiólogo) e tendo para cuidar do desenvolvimento da criança.


O sociólogo e antropólogo DaMatta (1986) pontua que cultura é oque nos faz humanos, com ela nos criamos em comunidade de língua, costumes, valores, moral, nossa adaptação ecológica ao ambiente em que vivemos, enfim, ganhamos nossa identificação étnica. A cultura surda se constitui da mesma forma que a cultura dos ouvintes, ela é necessária para estabelecer a convivência entre os surdos. O surdo, através da sua cultura, se expressa através da linguagem, daarte, dos movimentos etc., expondo os seus valores, suas relações, seus costumes, enfim, dando sentido a seu grupo de pertença.


É necessário compreender e respeitar as diferenças culturais existentes entre os surdos e os ouvintes. Segundo Sá (2006), as pessoas não surdas tem muita dificuldade em admitir que os surdos tenham processos culturais específicos, então, muitos continuam a...
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