A liberdade em sartre

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  • Publicado : 8 de junho de 2012
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RESUMO
Este artigo tem como objetivo estudar o pensamento do filosofo Jean-Paul Sartre, bem como a sua visão do existencialismo, também a ajudar a tornar mais acessível o conceito de liberdade ética, bem como a sua influencia sobre o comportamento do ser humano na visão existencialista. Onde não fica de fora a responsabilidade social, para com o outrem, a liberdade de um depende da liberdade dooutro.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
O existencialismo recebeu muitas criticas, de vários seguidores, desde os cristãos até os próprios marxistas. Foi acusado de incitar os indivíduos a permanecerem no imobilismo do desespero. E todos os caminhos seguidos levaram a uma conclusão, que a ação é impossível neste mundo, assim, isso significaria chegara uma filosofia contemplativa, sendo que talcontemplação é um luxo. Estas são vindas dos comunistas.
Recebeu acusação de reforçar a ignomínia humana, de sublinhar o sódico, equivoco e de deixar de lago algumas das belezas da natureza humana. Uns dizem que esta corrente negava a própria solidariedade humana. Que o homem vive sozinho, como diziam os comunistas do qual consideravam que o homem se aprendia em sua própria solidão. Se tornando incapazde retorna a solidariedade dos homens existentes fora de si, não podemos alcançar o cogito.
Na perspectiva cristã, os existencialistas são acusados de negar a realidade, pois suprimem os mandamentos de Deus, restando apenas à pura gratuidade. Cada pessoa faz o que quiser sem poder condenar qualquer ponto de vista ou algum ato alheio. No entanto o existencialista é concebido como uma doutrina quetorna a vida humana possível. O que mais é criticado nesta doutrina é que ela reforça o lado negativo da vida humana.
Com o tempo este termo passa a ser utilizado vulgarmente por varias pessoas, para designar qualquer reação, chegando até a ser confundido com o naturalismo. Dentro desta reflexão, qualquer ação que é feita, e que não está baseada em experiência só alcança um fim, o fracasso.Destaca-se aqui, que a experiência mostra que os homens tendem sempre para baixo. Com base nisso, procuremos fazer uma pequena investigação a certa dessa corrente filosófica mais votada para a responsabilidade e liberdade a vista de Jean-Paul Sartre.

CAPÍTULO I: BIOGRAFIA
Jean-Paul Sartre nasceu aos 21 de junho de 1905 em Paris. Após a morte do pai, em 1907, foi criado pela mão e os avósmaternos. Em 1916, a família se transfere para La Rochelle, onde Sartre passa grande parte dos anos de liceu. Consegue o bacharelado em 1921 com a notificação “razoavelmente bem.”
Voltando a Paris, de 1924 a 1928 freqüenta a Escola Normal, onde é colega de Paul Nizan, o grande amigo de sua juventude, e de Marleuau-Ponty. Nessa época encontra-se também com Simone de Beauvoir. Após a licenciatura, Sartrepresta o exame de agregação em 1928. Reprovado, apresenta-se novamente em 1929 pra ser aprovado em primeiro lugar. Em 1929 Sartre é mobilizado e presta serviço militar como enfermeiro até 1931.
De 1931 a 1933 é professor de filosofia no Liceu do Havre. Passa o ano1933-1934 fazendo estagio no instituto Frances de Berlin, onde estuda internamente a feno0menologia de Husserl. Em 1934 reata aatividade profissional em Le Havre, de onde segue para Laôn em 1936.
Em 1937 encontramos Sartre de nova em Paris, onde assume o professorado no Liceu Pasteur. De 1941 a 1942, faz parte de um grupo clandestino de intelectuais, denominado “Socialismo e Liberdade”, que pretendia resistir o invasor nazista. O grupo acaba pó se dissolver; mais tarde, o degaulismo e a Frente Nacional recuperarão estesresistentes da primeira hora.
Em 1942 Sartre é professor no Liceu Condorcet, porem no mesmo ano abandona o magistério. A parti de 1945 reside em paris, realizando, entretanto, numerosas viagens, tomando, relativamente aos acontecimentos da época, posições de desombro que degradam alternamente a direita e à esquerda.
Em 1964 a academia sueca atribuía Sartre o Premio Nobel, apesar de o próprio Sartre...
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