A liberdade da pessoa

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ÍNDICE

CONTEÚDO PÁGINA

Introdução.............................................................................................. 2

A Liberdade da Pessoa.......................................................................... 3

Individualidade naPersonalidade......................................................... 4

A procura do SI-Mesmo......................................................................... 6

Bibliografia............................................................................................. 8

INTRODUÇÃO

O trabalho em apreço, é uma síntese da obra do Autor RAY, Rollo, com o título a Arte do Aconselhador Psicológico -cadeira de Aconselhamento Psicológico – 4º Ano.

As partes resumidas tem a ver com a Liberdade da Pessoa, a Individualidade na personalidade e a Procura do Si-Mesmo. São sub-capítulos que abordam a personalidade e a individualidade na personalidade. Remetem-nos para aquilo que constitui uma personalidade. Os elementos-chave da formação da personalidade.

Esperamos que a Síntese tenha trazido àlume a essência do assunto tratado.

RESUMO SOBRE:

I. UMA DESCRICAO DA PERSONALIDADE

II. A PROCURA DO SI-MESMO

III. A PROCURA DO SI-MESMO

1. A LIBERDADE DA PESSOA

A liberdade é um princípio básico, uma condição indispensável da personalidade, porém, mente sã é capaz de ter impulsos diferentes num estado de equilíbrio indeciso e, tomar a decisão pela qual um impulsoprevalece. É essencial acreditarmos na liberdade para termos um quadro adequado da personalidade e, assim, aconselharmos eficazmente. Todavia, a pessoa possui a liberdade como qualidade do seu ser total. Assim, tecer argumentos contra a liberdade só dá provas mais fortes dela, pois um debate e qualquer tipo de discussão razoável, ou mesmo o simples formular perguntas pressupõe essa margem deliberdade.

É importante ressaltar que o aconselhador não deve discutir a questão da personalidade directamente porque o aconselhamento nunca é um debate. O aconselhador mostra as possibilidades e assim, gradativamente leva o estudante à uma aceitação da personalidade por sua conduta e seu futuro.

O psicoterapeuta Otto Rank rompeu com o seu mestre Freud, por este não admitir centralidade davontade criativa no tratamento psicanalítico. Rank sustenta que em ultima analise devemos admitir que o indivíduo cria sua própria personalidade pelo querer criativo e que a neurose é devida, precisamente, ao facto de o paciente não aceitar facilmente.

É possível crescer na liberdade. Quanto mais saudável mentalmente a pessoa se tornar, tanto mais será ela capaz de moldar criativamente as matériasda vida e, por conseguinte, mais senhora será de seu potencial de liberdade. Por isso, quando o aconselhador ajuda um aconselhando, na verdade ajuda-o a torna-se mais livre. É função do aconselhador levar o aconselhando a aceitar a responsabilidade pela direcção e pelos resultados de sua vida.

2. INDIVIDUALIDADE NA PERSONALIDADE

O segundo princípio básico da personalidade é aindividualidade. Segundo Rank, citado por MAY, Rollo “o tipo neurótico que até certo ponto todos nós representamos, sofre pelo facto de não poder aceitar a si mesmo, de não poder suportar-se, fazendo então uma outra imagem de si mesmo”. A pessoa só pode contar consigo mesmo para viver e enfrentar o mundo, assim todo si-mesmo é diferente de qualquer outro si-mesmo. Ele é o único e a saúde mental dependente daaceitação dessa singularidade.

É assim que os erros da vida ocorrem quando o indivíduo tenta representar algum papel que não o seu, porque ele pode estar dominado por um medo interno que o faz tentar representar um papel que não é o seu, naturalmente, o resultado é um erro grave como embebedar-se, logicamente embebedar-se é claramente uma forma de fugir de si mesmo.

A psicoterapia trabalha...
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