A lei maria da penha

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UCSAL- UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR
FACULDADE DE DIREITO
DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA
DOCENTE: ANA CLÁUDIA SOUZA
DISCENTES: MENEZES
BORGES

ASSUNTO: TRABALHO ACADÊMICO

TAREFA: ANÁLISE DO FILME “A MORTE INVENTADA”

TEMA: REFLEXOS DA ALIENAÇÃO PARTENTAL


O PRESENTE TRABALHO VISA À OBTENÇÃODE NOTA ACADÊMICA PARA 2ª UNIDADE.

SALVADOR
NOV\ 2011

Em preliminar, visando obter melhor elucidação ao tema, à guisa
introdutória, cumpre tecer breves comentários acerca da tão fami-
gerada ‘ ALIENAÇÃO PARENTAL”, conforme segue:

A Alienação Parental é um processo que consiste em programaruma
criança para que odeie um de seus genitores sem justificativa.
Quando a Síndrome está presente, a criança dá sua própria contribui-
cão na campanha para desmoralizar o genitor alienado (Gardner).Já por
outro lado, a psicóloga Mariana Juras assevera que há uma sensível di-
ferença entre a alienação e síndrome,senão vejamos: “..A Alienação Pa-
rental (AP) é um termo amplo que serefere à alienação de um filho com
relação a um dos genitores,ou seja,manifestação de hostilidade por par-
te da criança a um genitor,que podem ter sido causadas violência deste
genitor contra a criança.Já a Síndrome de Alienação Parental SAP)é um
um distúrbio que uma criança manifesta com relação a um dos genito-
res(genitor alienado), uma vez que sofreu uma lavagem cerebral por par
te dooutro genitor(genitor alienador),sem nenhuma justificativa pláusí-
vel.” Em suma, a Alienação Parental é a rejeição do genitor que “ ficou
de fora” da relação pelos seus próprios filhos, fenômeno este provocado
normalmente pelo guardião que detém a exclusividade da guarda sobre
eles ( a conhecida guarda física monoparental ou exclusiva)

- CONFLITOS CONJUGAIS COMO MOTIVADORES DAALIENAÇÃO

Fato indiscutível é o aumento das dissoluções conjugais motivadas por
variedades de situações quer sejam de fatores emocional, sentimental,
econômico,cultural,sexual,moral.etc, os quais refletem em discórdia no
seio familiar, e daí desencadeando uma verdadeira batalha doméstica,
sendo que seus efeitos nocivos incidem sobremaneira sobre os filhos e
ao final sua irradiação atingedireta ou indiretamente a toda família.
Em caso de separação conjugal é natural preocupar-se quando os filhos
vão visitar pelas primeiras vezes o outro genitor. Conforme assevera
( Major-35y36) nesta fase são frequentes os desvios de conduta de um
o outro genitor, com frases como: " Avise-me se ficares com medo”, “
qualquer coisa me avise, vou te buscar”, “ se te bater, me chame”,etc.Nesta situação se o o genitor for psicologicamente frágil, a ansiedade
pode aumentar em vez de diminuir,e assim desencadear um processo de alienação.
Desta forma, uma vez consumada a separação do casal e outorgada a
guarda dos filhos a um dos ex-consortes, assiste o outro como cediço,
o direito-dever de com eles estar,convecionado como o direito de visi-
tas, eo qual não compreende apenaso contato físico e a comunicação
entre ambos,mas o direito de o progenitor privado da custódia partici-
par do crescimento e da educação do menor.Portanto,trata-se de uma
forma de assegurar a continuidade da convivência entre o filho e o geni-
genitor não guardião, ou seja, do vínculo familiar, assim minimizando
a desagregação imposta pela dissolução do casamento.
O que se observa,naprática, nestas complicadas assistência ao direi-
to de visitas é uma verdadeira barreira criada pelo guardião, como for-
ma de impedimento do vínculo familiar do outro genitor,gerando daí um
verdadeiro martírio,concorrendo um com outro, pela exclusividade da
guarda, não são poucos os artifícios , manobras e até golpes baixos ,
usados pelo guardião a fim de promover uma fronteira ao...
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