A inclusão do surdo no ensino regular

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA
CAMPUS VILHENA

INCLUSÃO DO SURDO NO ENSINO REGULAR: DESAFIO À SOCIEDADE, AOS PROFISSIONAIS E A EDUCAÇÃO

VILHENA/RO - 2013

VALDIR JOSE ALVES
EDILENE C. SALES ALVES
EDSON CESAR RIBEIRO
JOSÉ REGINALDO DOS SANTOS
HENRIQUE GOMES MATTER

INCLUSÃO DO SURDO NO ENSINO REGULAR: DESAFIO À SOCIEDADE, AOS PROFISSIONAIS E AEDUCAÇÃO

Trabalho apresentado na disciplina de Metodologia do trabalho cientifico e pesquisa do Curso de Licenciatura em Matemática 1º semestre do instituto Federal de Educação campus Vilhena orientado pela Profª. Ms: Fátima H. A. Novais

VILHENA/RO - 2013

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO2
HISTÓRIA DOS SURDOS3
EDUCAÇÃO DOS SURDOS NO BRASIL8
O QUE É EDUCAÇÃO BILINQUE10
DEPOIMENTO13
AS DIVERSGÊNCIAS SOBREA INCLUSÃO14
DADOS ESTATÍSTICOS16
CONCLUSÃO19
BIBLIOGRAFIA20
ANEXOS21

INTRODUÇÃO

A inclusão dos indivíduos portadores de necessidades educativas especiais atualmente, no Brasil, é um desafio. Nesse grupo enquadram-se as pessoas surdas.Várias são as dificuldades ou problemas que entravam o processo que tenta facilitar
a inclusão dos deficientes auditivos do ponto de vista social.Nesteponto, destacam-se como variáveis a falta de comunicação oral, que prejudica sensivelmente o aprendizado.Não se pode desprezar a falta de preparo da maioria dos educadores que atuam nessa área. Do ponto de vista social, as dificuldades se dão em função do despreparo dos educadores atuantes em classes de ensino regular.
As barreiras humanas e sociais impõem-lhes restrições ao exercício da cidadaniaplena, de uma vida digna, Verifica-se, no sistema escolar, que um mundo cada vez maior de alunos, quando não são bem sucedidos na escola, são erroneamente rotulado, classificado como "Deficientes" e encaminhados às classes ou escolas especiais.
Dentro do processo de exclusão social e escolar, resultante dessa "pseudo homogeneidade", está à população com necessidades especiais, caracterizada comoaquela que possui evidentes traços que a colocam em situação diferente da população em geral. Porém esses traços não são os maiores determinantes de seu sucesso ou fracasso escolar, mas sim a qualidade do trabalho pedagógico com ela realizado.
Durante muito tempo, essa população, foi vista pelas suas deficiências, relegando o trabalho educacional para essas pessoas em ambientes restritos,julgando que o isolamento resultaria na eficácia do atendimento pedagógico. Esse direcionamento, tão somente leva a não perceber de suas reais necessidades, ignorando os seus interesses, anseios, excluindo-os de um projeto de cidadania.

HISTÓRIA DOS SURDOS

Após chegar à terra de Vera Cruz em 1500, Pedro Álvares Cabral encontrou os primeiros habitantes dessa terra, os indígenas. No entanto, não hápesquisas dessa época contando como eram os índios surdos e a quantidade desses até meados de 1855,1997).
No período do final do século XIX (1855) até aproximadamente o final do século XX, existiam duas Línguas de Sinais brasileiras, a LSCB (Língua de Sinais dos Centros Urbanos) e a LSKB (Língua de Sinais Kaapor Brasileira). Estas denominações foram escolhidas por um grupo de surdos e ouvintes portrês motivos relevantes. (BRITO 1993 apud GOLFELD 1997, p .30).
O primeiro Instituto para Surdos em 1856 no Rio de Janeiro, inspirado pelo francês Edward Huet (que era surdo) e que veio especialmente ao Brasil - a pedido do Imperador – para trabalhar na educação dos surdos brasileiros.
Mazzota (2001) complementa que este instituto recebeu o nome de Instituto de Surdos. Mudos segundo a Lei nº839 de 26 de setembro de 1857. Em 1957 cem anos apóssua fundação, pela Lei nº 3198, de 6 de julho , passaria a denominar - se como Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES.
A metodologia utilizada para o ensino das matérias básicas, português, matemática, história, geografia e a LOF (conhecida na época como linguagem articulada), segundo o próprio Huet era a Língua de Sinais e a...
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