A import ncia da forma o inicial e continuada de professores de qu mica para escolha e utiliza o adequada do livro did tico ofertado pelo PNLEM 793 1645 MOD 1405648801

5122 palavras 21 páginas
Divisão de Ensino de Química da Sociedade Brasileira de Química (ED/SBQ)
Departamento de Química da Universidade Federal de Ouro Preto (DEQUI/UFOP)

Formação de Professores
(FP)

A importância da formação inicial e continuada de professores de química para escolha e utilização adequada do livro didático ofertado pelo PNLEM
Adriana
dos
Santos
Fernandes1*
*cleciane_sales@hotmail.com

(PQ);

Cleciane

Souza

Sales1

(IC)

Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual de Goiás
Palavras-Chave: Formação, professores, Livro didático.

RESUMO: O livro didático é um instrumento, que pode ser utilizado tanto por professores, quanto

por alunos, para melhorar a qualidade do ensino-aprendizagem. A escolha bem sucedida de um livro depende, entre outros fatores, da análise crítica do mesmo. Nesta pesquisa, tivemos os objetivos, de verificar, como se deu a escolha dos livros didáticos do PNLEM de 2012, em escolas estaduais, do município de Anápolis, Goiás; e se os professores tiveram formação necessária para realizar análise desses livros. Além disso, buscamos conhecer outros instrumentos de mediação do ensino-aprendizagem, utilizados em sala de aula e qual interesse dos alunos pelo conhecimento trabalhado a partir do livro didático, sob o ponto de vista do professor. Os resultados mostraram a necessidade de formação continuada dos professores, uma vez que, a maioria não sabe como proceder numa análise crítica do livro didático.

INTRODUÇÃO
O livro didático é definido segundo Gérard e Roegiers (1998, p.19), como
“instrumento impresso, intencionalmente estruturado, para se inscrever num processo de aprendizagem, com o fim de melhorar a eficácia”. Sua difusão ocorreu a partir do século XV e XVI, quando várias mudanças estavam ocorrendo na Europa, “O
Renascimento”. Momento marcado por ideias novas, onde já não era mais dominado o teocentrismo, mais sim o antropocentrismo, o homem no centro de tudo. Desde então, começa a curiosidade pelo

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