A filosofia segundo o epicurismo e o estoicismo

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  • Publicado : 30 de outubro de 2012
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Introdução

Para os Epicuritas a felicidade era o prazer continuo, ou seja, esta sempre vivendo aquilo que gosta, aquilo que dá prazer, era sinal de felicidade, de ser uma pessoa feliz. Para o Epicuro, a presença do prazer era sinônimo de ausência de dor, ou de qualquer tipo de aflição como a fome, a abstenção sexual, o aborrecimento, etc.
E exemplos de 'felicidade' para os epicuristas erater a : Liberdade, a Amizade e um Tempo para meditar.
No pensamento dos estóicos, o fim supremo, o único bem do homem, não é o prazer, a felicidade, mas a virtude; não é concebida como necessária condição para alcançar a felicidade, e sim como sendo ela própria um bem imediato. Com o desenvolvimento do estoicismo, todavia, a virtude acaba por se tornar meio para a felicidade da tranquilidade, daserenidade, que nasce da virtude negativa da apatia, da indiferença universal. A felicidade do homem virtuoso é a libertação de toda perturbação, a tranquilidade da alma, a independência interior.


A felicidade segundo o epicurismo

Epicuro acreditava que o maior bem era a procura de prazeres moderados de forma a atingir um estado de tranquilidade, o que ele chamaav de ataraxia, e delibertação do medo, assim como a ausência de sofrimento corporal através do conhecimento do funcionamento do mundo e da limitação dos desejos. A combinação desses dois estados constituiria a felicidade na sua forma mais elevada. Embora o epicurismo seja doutrina muitas vezes confundida com o hedonismo (já que declara o prazer como o único valor intrínseco), a sua concepção da ausência de dor como o maiorprazer e a sua apologia da vida simples tornam-no diferente do que vulgarmente se chama hedonismo.
A finalidade da filosofia de Epicuro não era teórica, mas sim bastante prática. Buscava sobretudo encontrar o sossego necessário para uma vida feliz e aprazível, na qual os temores perante o destino, os deuses ou a morte estavam definitivamente eliminados..
No mundo mediterrânico antigo, a filosofiaepicurista conquistou grande número de seguidores. Foi uma escola de pensamento muito proeminente por um período de sete séculos depois da morte do fundador. Posteriormente, quase relegou-se ao esquecimento devido ao início da Idade Média, período em que se perderam a maioria dos escritos deste filósofo grego.
A ideia que Epicuro tinha era a de que, para ser feliz, o homem necessitava de trêscoisas: liberdade, amizade e tempo para meditar e exercer pensamentos filosóficos. Na Grécia Antiga, existia uma cidade na qual, em todas as paredes do mercado, se havia escrito toda a filosofia da felicidade de Epicuro, procurando conscientizar as pessoas que, comprar e possuir bens materiais, não as tornaria mais felizes, como elas acreditavam.
Para os epicuristas, a ataraxia era sinônimo daúnica verdadeira felicidade possível para uma pessoa. Significa o estado de tranquilidade robusta que deriva de evitar a fé na vida após a morte, sem temer os deuses porque eles estão distantes e despreocupados conosco, evitando a política e as pessoas vexatórias, cercando a si mesmo de amigos confiáveis ??e afetuosos e, o mais importante, sendo uma pessoa afetuosa, virtuosa, digna de confiança.A felicidade segundo o estoicismo.

Um dos principais representantes da corrente filosófica estoicismo, na Grécia antiga, foi o escravo Epíteto. Como escravo, Epíteto deparava-se com um problema que dizia respeito diretamente à sua felicidade. Ao pensarmos na relação senhor-escravo, todos imaginam imediatamente que o senhor será feliz e o escravo infeliz. Afinal, o senhor tem tudo o necessário àfelicidade: as melhores comidas, as melhores roupas, os mais variados divertimentos... e não precisa trabalhar. Já o escravo não tem nada, nem mesmo o seu próprio corpo, que pertence ao senhor.

Como o escravo poderia ser mais feliz que o seu dono? Isso seria possível?
O filósofo resolveu a questão através de uma inversão de valores. Para ele, o que nos deixa felizes não são as coisas...
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