A economia das crises

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  • Publicado : 9 de junho de 2012
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Introdução
Será que era possível prever a crise ocorrida no ano de 2008? O autor desse livro diz que sim e que ele mesmo como outros economistas seriam capazes de alertar as autoridades monetárias do que estava para ocorrer.
Um dos principais motivos que levaram a crise foi que todos acreditavam na autorregulação do mercado devido ao neoliberalismo, porém isso nos levar a pensar se essa crisenão poderia ter sido evitada se houvesse uma intervenção do governo aplicando as politicas keynesianas.
Esse livro nos ajuda a compreender os principais motivos que gerou a crise de 2008 e nos mostra as diferenças entre essa crise e as outras crises já ocorridas.


Capítulo 1 – O Cisne Branco

Nesse capitulo é possível ver os motivos que levaram a ocorrer a “Grande Depressão” no ano de 1929 eas consequências deixadas por essa crise no mundo.
Essa crise foi um marco na historia e muitas das suas consequências e relatos nos leva a crer que se esta falando da ultima crise chamada de “Grande Recessão” devido a semelhança entre suas características.
De certo modo, essas características como corrida aos bancos, euforia irracional, entre outros se tornaram de certa forma uma norma e nãouma exceção na maioria das crises na historia, mudando apenas algumas coisas.


Capítulo 2 – Os Economistas da Crise
Nesse capitulo o autor busca nos mostrar como a crise é retratada pelas diferentes teorias econômicas.
Adam Smith mostrou através de seus modelos matemáticos que os mercados são autorreguláveis porém não dá premissas para responder quando isso não ocorrer. Mil e seu sucessorJevons chegaram a acreditar que os problemas eram causados por eventos fora do mercado.
Karl Max postula a partir disso o conflito entre dois grupos diferentes e diz que o capitalismo sempre seria marcado por uma instabilidade e que as crises sempre estariam inerentes ao mesmo, porém suas ideias não foram bem aceitas, pois a crença de que o mercado era auto regulável se sustentava.
Misnky nosmostra uma releitura do keynesianismo, mas ressalta a importância das instituições financeiras porém com a subdivisão do sistema creditício para evitar especulação.


Capítulo 3 – Placas Tectônicas
Com a crise, o mercado de secutirização das ações ficou fora do controle devido a não intervenção do governo, fragilizando assim todo o sistema financeiro.
No próprio Federal Reservel havia pessoas quenão se importavam em regularizar os mercados, pois essas pessoas colocavam seus interesses em primeiro lugar e a única preocupação era o bônus.
Os bancos paralelos, obtinham credito a curto prazo e investia a longo prazo, obtendo portanto um crescimento rápido porém auxiliaram a crise.


Capítulo 4 – As Coisas Desmoronam

O banco Federal Reserver ao emprestar para os bancos com maiordificuldade deveria acabar com a liquidez e insolvência do mercado, porém quando os preços das casas se estabilizaram e a oferta de imóveis cresceu em relação a sua demanda começa-se uma aversão ao risco por parte das pessoas e isso se acarretou nas falências.
Uma corrida bancaria foi inevitável após decreto de falência do Lehman Brothers.
A corrida se torna mais intensa quando se perde ocontrole de qual risco é mais ou menos seguro em relação a incerteza do mercado, ocorre-se portanto nesse momento o chamado “medo do desconhecido”.
Os Bancos Centrais tinham em mente salvar e ajudar os bancos que estivessem líquidos e não insolventes, porém em meio ao pânico ainda tinha muito que se fazer para estabilizar a economia.



Capítulo 5 – Pandemias Globais

Os EUA por ser alocomotiva do mundo, espalhou a “doença” para o resto do mundo de tal forma que gerou uma pandemia.
A dependência global era tao grande que houve a necessidade de salvar bancos europeus, do Brasil, do Canadá, entre outros. Com isso, o corte de credito foi geral no mundo por parte dos bancos e isso limitou o empréstimo, diminuindo assim a possibilidade de investimento gerando um efeito dominó.
Os...
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