A disputa política pela reforma agrária: uma análise de “reforma agrária: o impossível diálogo”

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  • Publicado : 8 de outubro de 2011
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Universidade federal da Bahia
Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável
Eneas Denieste Porto

A disputa política pela reforma agrária: uma análise de “Reforma agrária: oimpossível diálogo”

O autor afirma que escravidão e a posse da terra são dois temas de abrangência nacional, que está mais ligado ao passado do país. Entretanto um tema atual vem contrapor, secolocando em uma posição cronológica oposta, que é a questão do trabalho livre e as questões agrárias, que segundo ele, estão inter-relacionadas. Ele afirma ainda que o tema não tenha a relevância apropriadanem pela sociedade, e nem por parte da classe acadêmica e intelectual, deixando claro que não é possível entender a questão agrária sem abordar as relações que fazem parte do processo histórico quepode explicar desde os conflitos até as contradições em torno da questão.
A explicação se dá em torno da abolição da escravatura em 1888 e da escravidão indígena em 1975, que serviu para libertarhomens que trabalhavam em um sistema que não se sustentava mais por si só, gerando a necessidade de criar um novo sistema de exploração que fosse rentável. A massa de trabalhadores livres teve de sujeitarse a uma nova forma de trabalho onde até alguns estrangeiros se submeteram a esse tipo de trabalho, o trabalho servis ou semi-servis, chamados por ele de arcaísmos.
Uma dessas formas de arcadismo é aescravidão por dívida, a chamada peonagem, que teve um espantoso recrudescimento na Amazônia, sobretudo no final do Séc. XX. Ele aponta os problemas referentes à questão agrária como resultado da domodo como foram resolvidos os assuntos da escravidão. A questão agrária passou a ser causa de ninguém, nem o governo nem a oposição a ele demonstra interesse com essa questão, além disso, a sociedadejá a tem subjugada, na intolerância.
Então não há quem se posicione a favor de se resolver essa questão, pois até mesmo a sociedade, a qual é o povo na sua essência, separa esa classe que sofre...
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