A construção das nacionalidades e as relações internacionais nas américas na era do imperialismo

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Textos base
TOTA, Antonio Pedro. ”Como os Estados Unidos ficaram desse tamanho” e “O Nascimento de uma nação”. In: Os Americanos. (São Paulo: Contexto, 2009. PP.53-103.).
SCHILLING, Voltaire.”Introdução”,”A Doutrina Monroe, 1823”,”O Destino Manifesto e a Guerra contra o México”,”A Guerra Hispano-Americana”,”O Corolário Roosevelt e a Diplomacia do Dólar” e “O delírio intervencionista”. In:Estados Unidos e América Latina: da Doutrina Monroe à ALCA. (Porto Alegre: Editora Leitura XXI, 2002. PP.13-56.).
FERES Jr., João. “Latin América na Linguagem Cotidiana”. In: A história do conceito de Latin America nos Estados Unidos. (Santa Catarina: Universidade do Sagrado Coração, EDUSC/ANPOCS, 2007.pp.51-78.).
Fontes históricas
Documentos: “A Doutrina Monroe(2 de dezembro de 1823)” e “Coroláriode Roosevelt para a Doutrina de Monroe (6 de dezembro de 1904)”. In:MORRIS,Richard B.(org.). Documentos básicos da História dos Estados Unidos.(Rio de Janeiro/Lisboa:Editora Fundo de Cultura, 1964. PP.123-126 e 181-186.).
PRADO,Eduardo.A ilusão Americana(1894). (São Paulo:Editora Brasiliense, 1961. PP.01-65)
MARTÍ,José.”Nossa América” (1891)”. In: Nossa América.Antologia.(São Paulo: Hucitec,1983.pp.194-201.).
Conceitos – chave
Política imperialista americana; hegemonia e intervenção dos EUA na América Latina; reações antiimperialistas; construção da imagem de “Nuestra América”.

Esta resenha tem como objetivo compreender, debater e analisar as ideias dos autores acerca das relações internacionais envolvendo o conceito imperialista dos Estados Unidos da América em relação aospaíses da América Latina. Baseado nas leituras e anotações das aulas da Unidade I: “A construção das nacionalidades e as relações internacionais nas Américas na era do imperialismo”, este trabalho focará principalmente nas diferentes visões do Imperialismo Americano e como isso influenciou na formação do conceito de nacionalismo latino americano.
Os textos darão base a uma visão crítica, a mesma queusaremos para comparar as diversas formas de imperialismo; como esse imperialismo se solidificou como os latinos americanos receberam esse imperialismo e quais foram suas reações para tal. Utilizaremos como material de apoio para as nossas críticas, fontes histórias; tais fontes irão confirmar nossas hipóteses e auxiliarão a um melhor compreendimento do tema-problema.




PolíticaImperialista Americana
e
Hegemonia e intervenções dos EUA na América Latina.

“A pergunta que os brasileiros sempre se fazem é por que os Estados Unidos são como são, gigantescos, poderosos, ricos (apesar da crise de 2008/9), e nós, habitantes de um país tão vasto quanto nosso vizinho do note, somos pobres (apesar dos esforços para deixar de sê-lo)?” (TOTA, Antonio Pedro, “Os Americanos”, p. 53). Estapergunta, que está contida no início do texto “Os Americanos” deixa claro a grande questão, que não se restringe apenas aos brasileiros, de como os Estados Unidos conseguiram ficar do tamanho que é.
Mas, para tentar responder essa pergunta, temos que voltar um pouco ao passado (às origens, mais precisamente) e assim tentar entender o porquê de os estadunidenses, que, como está explícito notexto “Os Americanos” (TOTA, Antonio Pedro) se apoderaram do termo “americanos” (ignorando a aplicabilidade de uma designação mais coerente) e se acharem no direito de impor obrigações (através de doutrinas, corolários, etc.) que previam legalmente a continuidade de uma série de questões que deveriam ser único e exclusivamente de responsabilidade de seu países de origem, tornando-se assim umrepresentante da ordem nos países latino americanos.
Levando em consideração que os EUA nada mais eram do que Estados completamente singulares (daí a freqüente denominação “virginianos”, “nova-iorquinos”, “georgianos”...) até o começo da Guerra de Independência, travada contra a Inglaterra, essa ideia de centro do mundo inexistia. Pode-se dizer que apenas após o fim da guerra de independência surgiu...
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