A construção da política social no brasil

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3
2 DESENVOLVIMENTO 4
3 CONCLUSÃO 9
REFERÊNCIAS 10
INTRODUÇÃO

Mediante tantas demandas oriundas das questões sociais, há a necessidade de intervenções com políticas sociaisque tragam respostas para tais conflitos, e sabendo disso, é necessário compreender o quanto é importante a capacidade de realizar uma análise, saber entender, ler, contextualizar e decodificar a conjuntura onde está inserido, tanto local como global, pois são meios de intermediações ao processo do Serviço Social.
 Em decorrência de diversos fatores políticos, econômicos e sociais quese passavam no país. Não podemos considerar o surgimento do Serviço Social como apenas mais um acontecimento.   As ações da igreja não conseguirão conter as questões social sendo assim o estado profissionaliza o serviço social.






DESENVOLVIMENTO

O Serviço Social no Brasil surge na década de 1930, na
chamada “Era Getúlio Vargas”, vinculado a Igreja Católica, pautadono caráter missionário e da caridade, tendo como marco inicial a criação em 1936 da Escola de Serviço Social de São Paulo, com intuito de formar as “moças da sociedade” devotadas ao apostolado social, norteado inicialmente pelo referencial teórico europeu.
Nas décadas de 1980 e 1990, o país enfrentou uma ampla agenda de reformas no que se refere à ação social do Estado, que teve como resultantemudanças significativas no perfil do SBPS. De fato, a Constituição de 1988 lançou as bases para uma expressiva alteração da intervenção social do Estado, alargando o arco dos direitos sociais e o campo da proteção social sob responsabilidade estatal, com impactos relevantes no que diz respeito ao desenho das políticas, à definição dos beneficiários e dos benefícios. A ampliação das situaçõessociais reconhecidas como objeto de garantias legais de proteção e submetidas à regulamentação estatal implicaram significativa expansão da responsabilidade pública em face de vários problemas cujo enfrentamento se dava, parcial ou integralmente, no espaço privado. A intervenção estatal, regulamentada pelas leis complementares que normatizaram as determinações constitucionais, passou a referir-se aum terreno mais vasto da vida social, tanto com objetivos de equalizar o acesso a oportunidades, como de enfrentar condições de destituição de direitos, riscos sociais e pobreza.
Entre os avanços da Constituição de 1988 na determinação da responsabilidade estatal em função da necessidade de proteção social dos cidadãos, pode-se-destacar: i) a instituição da Seguridade Social comosistema básico de proteção social, articulando e integrando as políticas de seguro social, assistência social e saúde; ii) o reconhecimento da obrigação do Estado em prestar de forma universal, pública e gratuita, atendimento na área de saúde em todos os níveis de complexidade; para tanto, o texto constitucional prevê a instituição do Sistema Único de Saúde (SUS), sob gestão descentralizada eparticipativa; iii) o reconhecimento da assistência social como política pública, garantindo direito de acesso a serviços por parte de populações necessitadas, e direito a uma renda de solidariedade por parte de idosos e portadores de deficiência em situação de extrema pobreza; iv) o reconhecimento do direito à aposentadoria não integralmente
contributiva (ou seja, parcialmente ancorada em umatransferência de solidariedade) dos trabalhadores rurais em regime de economia familiar; e v) o reconhecimento do seguro-desemprego como direito social do trabalhador a uma provisão temporária de renda em situação de perda circunstancial de emprego.Políticas Sociais no Brasil: Organização, Abrangência e Tensões da Ação Estatal 183 Em que pese a importância de tais determinações, o texto constitucional...
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