A aprendizagem da lingua portugues na educação básica

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  • Publicado : 3 de novembro de 2012
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1 INTRODUÇÃO


O licenciando, Marcos Antônio Barbosa da Silva, ingressou sua vida acadêmica no primeiro semestre do ano de 2008, na Fundação Educacional da Região dos Lagos (Ferlagos), no Curso de Licenciatura Plena em Letras/Literatura.O seu primeiro passo foi adaptar-se ao ritmo e a grande diferença no que tange a diversidade e a distinção de disciplinas entre a educaçãobásica e a educação superior.
Iniciam-se as aulas do primeiro período, o qual contava com oito disciplinas, dentre elas, disciplinas específicas e pedagógicas, em que chamaram a atenção do discente a de Língua Portuguesa I, que apresentou o conceito de língua e sua diferença em relação à linguagem, além do estudo sobre a Fonologia, que trata dos sons lingüísticos e seus sinaisgráficos. E, ainda, a disciplina de Expressão Oral e Escrita, mais conhecida como EOE I, na qual como o próprio nome já diz, trabalha sobre como se expressar coesa e coerentemente nas formas oral e escrita e, além do interesse pela disciplina, o graduando se identificou muito com a docente desta matéria (professora Hyléa), que se mostrou uma ótima profissional e amiga da turma do Curso daquele.No segundo período, o Curso continuou com oito disciplinas, algumas com sua sequência, outras, porém, diferentes, tais como Filosofia da Educação e Conhecendo a Escola, esta última que dá aos licenciandos desse período um primeiro contato com a escola e que ainda serve como prática de estágio.
No terceiro período, as disciplinas passaram a ser nove eos horários para estudo dirigido e prática de estágio ficaram menores, mas o fato de o universitário ter sido convidado a ser monitor do Colégio de Aplicação da Faculdade o animou bastante e lhe acrescentou certeza da carreira profissional que havia escolhido e prática na sua futura vida profissional, sendo, portanto um fator de grande valia para o mesmo.
Já no quarto período, ograduando teve a percepção de que havia percorrido metade de seu caminho enquanto acadêmico e essa percepção lhe deram mais seguridade e obstinação em seu propósito, pois sentiu que amadurecia gradualmente como estudante e como cidadão. E nesse mesmo período, a disciplina de Didática I só veio ressaltar esse amadurecimento paulatino, dando-lhe postura linear, valor cultural e instituindo no mesmoa certeza de que um profissional docente é mais do que um professor, que apenas ensina os conteúdos de uma determinada disciplina; ele é um educador que ensina, acima de tudo, o valor da interioridade de um aluno e seu poder de mudar o mundo com a educação. A disciplina serviu ainda para mostrar ao licenciando como elaborar projetos, planejar aulas dinâmicas e interativas, em que professor ealuno sejam a projeção de uma de educação democrática, isto é, que o docente não seja o centro do ensino, mas que sua relação com os alunos seja de igualdade e cumplicidade.
Logo após, o graduando chegou ao quinto período e a disciplina de Libras chamou muito a atenção deste, devido ao fim de habilitá-lo no trabalho posterior com portadores de necessidades especiais auditivas,evidenciando que o preconceito é algo destrutivo, que esses portadores de necessidades especiais se comunicam por meio de sua própria linguagem e que os professores ao terem ao menos uma noção dessa linguagem, contribuem para que haja inclusão social em sala de aula, dando a todos, sem distinção, igualdade de oportunidades no que diz respeito à aprendizagem e a cidadania.Finalmente, chegou-se ao sexto período, em que se conhecem por meio da disciplina de Língua Portuguesa VI a origem e o surgimento desta, à qual é derivada das chamadas línguas latinas ou românicas que por sua vez derivam-se da vertente itálica do ítalo-céltico onde se localizava o latim e que com o tempo, suas modificações, evoluções e “empréstimos”, principalmente do grego; daí o extenso número de...
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