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COLÉGIO MILITAR DE FORTALEZA
DISCIPLINA DE FILOSOFIA
Prof.ª DÉBORA

Ferreira – 1226
Nalyson – 853
Turma 203

Aborto

Fortaleza
2013

Texto Contra o Aborto

É claro que podemos usar a Bíblia pra condenar o aborto. Mas eu preferi não usar por um simples motivo: Não se pode usar a bíblia pra condenar o aborto, se as pessoas que defendem o aborto não acreditam na Bíblia.As mulheres que defendem o aborto falam que a mulher deve ter direito de escolha. Mas é claro que elas têm escolha. Elas podem escolher usarem métodos anticoncepcionais. Se elas não podem escolher, então é porque elas estão sendo forçada a fazer sexo de maneira que elas não querem, e isso se chama ESTUPRO. E no caso de estupro, a lei Brasileira dá o direito à mulher de fazer aborto. Ou seja,elas ja tem direitos preservados.
Existem aqueles que são favoráveis ao aborto, mas falam que são contra, porém dizem que o aborto é questão de saúde pública, que muitas mulheres morrem fazendo abortos clandestinos. Ao invés de incentivarem o sexo seguro, orientarem a relação sexual segura, preferem legalizar o aborto.
Imaginem o quanto as clinicas particulares lucrarão com osabortos. Imaginem o lucro dessa gente.
Sabemos que a questão do aborto não tem nada a ver com "direito das mulheres". A questão é que as pessoas que financiam essas campanhas de abortos, muitas organizações mundiais, decidiram que existem pessoas demais no mundo. Eles querem diminuir a população mundial. Pois falam que se continuar assim, não teremos comida, água pra todo mundo. Por issouma das maneiras de diminuir a população é incentivar o aborto.

Juízos de Valor:
‘’ as pessoas que defendem o aborto não acreditam na Bíblia...’’
‘’ dizem que o aborto é questão de saúde pública...’’
‘’ muitas mulheres morrem fazendo abortos clandestinos...’’

10 motivos para ser a favor do Aborto

1 – A questão sobre o aborto não diz respeito à “vida”, mas à “vida humana”, ou seja, aoindivíduo. Não é uma questão de saber como começa a vida, é uma questão de saber em que etapa do desenvolvimento o nosso Estado laico deve aceitar um embrião como um cidadão digno de direitos.

2 – Para estabelecer se um embrião é um cidadão, o Estado deve ser informado pela ciência sobre quando surgem no desenvolvimento os atributos mais caracteristicamente humanos.

3 – Os atributos maiscaracteristicamente humanos não são ter um rim funcionando, nem um coração batendo, mas ter um cérebro em atividade. Isto é razoavelmente estabelecido porque é a morte cerebral que é considerada o critério para dizer quando uma pessoa morreu, e não a morte de outros órgãos. Por isso mesmo transplante de coração não é acompanhado de “transplante” de registro de identidade.

4 – Se a morte docérebro é o critério médico que o Estado aceita para considerar o indivíduo humano como morto, o início do cérebro deve ser logicamente e necessariamente o critério para considerar o início do indivíduo, e não a fecundação.

5 – Considerar a fecundação como o início do indivíduo humano é perigoso, porque é definir um indivíduo apenas por seus genes. Isso é determinismo genético.

6 – O cérebro nãotem sua arquitetura básica formada no mínimo até o terceiro mês da gestação. Isso significa que o embrião não percebe o mundo, não tem consciência, é um punhado de células como qualquer pedaço de pele. Por isso não é moralmente condenável que as mães tenham direito de escolher não continuar a gestação antes deste período.

7 – Usar o argumento de que o embrião ou o zigoto tem o potencial de darorigem a um ser humano para protegê-lo não vale, porque seria o mesmo que tentar proteger os óvulos que se perdem logo antes das menstruações em todas as mulheres, ou os espermatozoides que são jogados fora na masturbação masculina. Além disso, hoje a ciência sabe que toda célula humana, até as células da pele, tem o potencial de dar origem a um ser humano inteiro, bastando para isso alguns...
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