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Universidade Federal de Juiz de Fora
Faculdade de Educação
Processos de Ensino e Aprendizagem
Profa. Ilka Schapper Santos
Atividade III: Fichamento de texto.
6 de junho de 2011.

Texto: WADSWORTH, Barry J.. Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. São Paulo: Pioneira, 1996; p.25-135.

Cap. III – O ESTÁGIO SENSÓRIO-MOTOR (de 0 a 2 anos) : durante este estágio, ocomportamento é basicamente motor. A criança não representa eventos internamente e não “pensa” conceitualmente, apesar disso o desenvolvimento “cognitivo” é constatado à medida que os esquemas são construídos. (p.17).

• Tabela 3.1: Desenvolvimento durante o estágio sensório motor: características gerais, conceito de objeto, espaço, casualidade e afeto durante o período reflexo (0-1 mês), asprimeiras diferenciações (1-4 meses), reprodução (4-8 meses), coordenação de esquemas (8-12 meses), experimentação (12-18 meses) e representação (18-24 meses). (p. 27).
• Este capítulo mostrou como a transformação por que passou o desenvolvimento da criança de 0 até 2 anos. No primeiro mês, o bebê ainda é incapaz de diferenciar entre si mesmo e o meio que o cerca. Este período é marcado pelosimpulsos reflexos e instintivos : chupar, agarrar, olhar, chorar. O afeto é associado com os reflexos. (pp. 28 e 29).
A partir do 1° mês, ele já começa a fazer pequenas distinções entre objetos (consciência de objetos), a coordenar movimentos ao uso dos olhos e ouvidos; mas, os comportamentos continuam basicamente reflexos (embora modificados); o eu e o ambiente são um só, logo o corpo do bebê éo foco da atividade e afeto. (p. 29 a 33).
O período de 4 a 8 meses é marcado pela coordenação entre a visão e o tato: pegar, bater, repetir. Outra característica desse período é a capacidade de reproduzir os eventos que lhe ocorrem e que lhe são interessantes. Contudo, a intencionalidade é posterior ao comportamento iniciado. A criança começa a antecipar as posições pelas quais o objetoirá passar, mas ainda não se dá conta que ele não é a única causa de todos os eventos. (p. 33 a 36).
No final do primeiro ano de vida, o bebê começa a fazer uso dos meios para alcançar fins, diferenciando-os e coordenando esquemas que lhe são familiares para gerar um ato simples. É notória nesta fase a construção do conceito de constância da forma e do tamanho dos objetos. O bebê demonstraconsciência de que os objetos (além dele mesmo) podem gerar atividade. O sentimento começa a agir sobre a determinação dos meios e dos fins: os objetos começam a ter valor. “Sucesso” e “fracasso” vão atuar diretamente no desenvolvimento afetivo: ações particulares são preservadas (lembradas). Nesta fase, o bebê investe afetividade em outras pessoas, a partir da diferenciação cognitiva que ele faz desi em relação aos objetos. (p. 36 a 40).
A partir de um ano de vida, a criança é capaz de criar novos esquemas para solucionar problemas: seus atos são marcados pela experiência. Apesar do conceito de objeto não estar totalmente desenvolvido (ela ainda não faz a representação mental dos objetos), ela passa a acompanhar deslocamentos seqüenciais visíveis. Os objetos, assim como as pessoas,passam a ser percebidos como a causa das ações. (p. 40 a 43).
No período de representação, de 18 a 24 meses, a criança passa do nível de inteligência sensório-motora para a inteligência representacional, passa do campo da experiência ao campo do pensamento. Ela desenvolve novos meios, mas sem depender da experimentação. Os objetos passam a ser representados em “imagens” no pensamento, o quepermite a criança em encontrar objetos escondidos por deslocamentos invisíveis. Há uma lógica na busca da criança. Ela é capaz de predizer as verdadeiras relações de causa-efeito em seu universo sensório-motor. Os sentimentos tornam-se fator de escolha do que fazer e do que não fazer, de quem gostar e de quem não gostar. Apesar de investir afeto em outras pessoas e objetos, a atividade não é...
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