Vt - parque lage

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SUMÁRIO:


Capítulo I:
Considerações iniciais:

Comentar a importância da visita técnica

Capítulo II:
Caracterização da área

Breve levantamento histórico da área a ser visitada
Levantamento histórico ambiental da área

Capítulo III:
Desenvolvimento da visita

Caracterização das áreas a serem visitadas
Tipos de vegetação na área a ser estudadaObservações dos fatores bióticos e abióticos
Principais impactos antrópicos

Capítulo IV:
Conclusões:

Sugestões de melhorias para os pontos negativos observados

Capitulo V:
Referências Bibliográficas
Anexo (incluindo as fotos)

















Capítulo I
A Importância da Visita Técnica, V.T

“(...) possibilita o conhecimento do mundo ou do nossoentorno – que significa compreender a sua estrutura espacial e os fenômenos dos lugares. Ao conhecer o território em que se vive compreende-se a identidade e o sentimento de pertencimento do meio em que se vive.” (Cardoso, 2000: 195)

Esta forma de análise serve para pontuar as diversas estratégias na sustentabilidade para o desenvolvimento da região analisada. Ajuda no processo de compreensão doconteúdo teórico da disciplina. No caso do Parque Lage, poderemos observar como, o Parque e vizinhança local convivem.


Capítulo II
Caracterização da área

A história do Parque data de 1811 quando adquirida por Rodrigo F.M.Varella sob o nome de “Engenho de Açucar Del Rei”. Posteriormente em 1859 é vendida a Antonio Martins Lage recebendo o nome de “Parque dos Lage”. Já em 1900 é passadacomo herança aos três filhos de Antonio, entre eles Henrique Lage. Este em 1920 convida o arquiteto italiano Vodred para iniciar sua remodelação. Seu estilo era bastante diferente, mesclando diferentes tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte que se denominava eclético.
Situado no coração metropolitano da cidade do Rio de Janeiro, o Parque Lage é parte do ParqueNacional da Tijuca. Este por sua vez é o grupamento das Florestas Protetoras da União existentes no Maciço da Tijuca, denominadas Tijuca, Paineiras, Corcovado, Gávea Pequena, Trapicheiro, Andaraí, Três Rios e Covanca. Por meio do Decreto Federal nº 50.923 (última alteração em 04/07/2004), teve seus limites ampliados para 39,53km².

Segundo as informações recolhidas com o orientador do ICM-Bio,panfletos e nos sites indicados, o Parque é um importante fragmento da Mata Atlântica, coberta por Floresta Ombrófila Densa Secundária em avançado estágio de regeneração. Um pedaço do que sobrou da Mata Atlântica na região metropolitana do Rio de Janeiro.
(definição em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Floresta_ombr%C3%B3fila_densa)




Capítulo III
Desenvolvimento da visita

A visita iniciou-sepelo prédio principal da EAV (Escola de Artes Visuais – foto 1), construção imponente que reproduz um “palazzo romano”. Logo no início pudemos observar o tratamento de algumas espécies com possíveis infestações de cupim no tronco, em contraste com a extensa faixa de líquens em indivíduos saudáveis. Seguimos em direção ao aquário e grutas (anexo, foto 1), construções introduzidas pelo homem, masque integram harmonicamente o espetáculo da natureza, impactos antrópicos, e abrigam espécies exóticas, no caso do aquário, como o tubarão siamês, a carpa japonesa e outros mais conhecidos dos aquários caseiros como o gupi. Seguimos observando as características da vegetação com grandes árvores, arbórea, alguns arbustos, e vegetação rasteira, as gramíneas – foto 1). Atingimos então a ponte da torreonde pudemos observar a interferência humana, fator biótico, na contenção das encostas que apesar de necessárias deveriam apenas atuar sem interferir no meio em questão. Foram encontrados resíduos das obras como cimento, pedras, cigarros, embalagens plásticas e pasmem, encontramos quentinhas usadas! A erosão é visível e em alguns pontos mostram sinais de perigo. Diferentemente das outras...
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