Violencia na escola

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  • Publicado : 8 de abril de 2013
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO
CURSO: PEDAGOGIA – MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
DISCIPLINA: MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO

PROFESSORES: LUZIA MARTA BELLINI; RAYMUNDO LIMADinah Alves Ferreira



A educação brasileira do século XXI, quando comparada com a de séculos ou décadas anteriores, tem revelado avanços significativos quanto aos elementos que constituem o sistema educacional do Brasil. O aumento das pesquisas direcionadas a criarem novas – e eficazes – alternativas deensino-aprendizagem, a valorização do ambiente escolar, o aluno como sujeito capaz, o professor não como detentor, mas como mediador do conhecimento, evidencia algumas mudanças que fazem a Educação presente ser melhor que a passada. Porém, como é o caso de tudo que se desenvolve, surge no processo desenvolvimental da Educação brasileira aspectos que carecem de aperfeiçoamentos, como por exemplo: apreparação dos docentes; a qualidade do ensino e a não-violência na escola. Este texto, portanto, procura expor os dois primeiros itens que carecem de aperfeiçoamentos e introduzir a problemática do terceiro, acima citados.
O despreparo dos professores é um problema que desencadeia uma série de outros fatores os quais contribuem também para o mau produto que se tem extraído da Educaçãobrasileira. Primeiro, ocorre uma disparidade: quando os professores, no grau superior, se especializam em conhecimentos específicos de suas respectivas disciplinas de ensino (português, inglês, matemática, biologia, geografia, História...), não aprendem, por outro lado, muito de didática e pedagogia. Isto gera um despreparo, obviamente, em sala de aula, uma vez que o professor terá pleno domínio da matériasem ter, porém, conhecimento suficiente de metodologias que o auxiliariam na transmissão dos conteúdos. É como um pedreiro que aprendeu tudo sobre sua ferramenta de trabalho, mas não aprendeu como transmitiria o seu conhecimento àqueles que dele necessitassem. Segundo, quando o professor se especializa no ensino da Educação básica ele, professor polivalente, em contrapartida, não adquireconhecimentos suficientes de cada uma das matérias que deverá ensinar, porque não haveria espaço na grade curricular do curso – magistério ou pedagogia – que pudesse abrigar o ensino específico de todas as matérias exigidas na Educação básica. Isso também é causa do despreparo dos docentes.
A formação dos professores em instituições particulares, que só há algum tempo passou a ser controlada, sabendo-seque boa parte, senão a maioria dos profissionais da educação brasileira são frutos destas instituições, tornou-se, também, um agravante à má preparação docente. Os cursos de capacitação destinados a uma clientela escolar idealizada e homogênea cultural e socialmente, quando na verdade a realidade que o professor encontra é uma clientela heterogênea e diversificada; a dificuldade que se tem emtrabalhar com as matérias – principalmente as básicas – de forma “interdisciplinarizada”; a não valorização do magistério, que impedem consequentemente o acesso do docente aos meios culturais e tecnológicos, como: museus, palestras, internet, computador; a falta de incentivos por resultados, todos tem apenas de ensinar o proposto pelo estado, tendo, assim, uma educação mecânica, baseada apenas natransmissão e recepção de conteúdos, sem uma interação, sem uma progressão... isso tudo gera o despreparo dos professores, e o despreparo dos professores, somado a outros fatores, está diretamente ligado com o próximo aspecto na Educação brasileira que necessita de aperfeiçoamento: a qualidade do ensino.
Para que se tenha uma educação de qualidade é imprescindível discutir o que tem feito, por...
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