Vida e saude

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VI SEMEAD ESTUDO DE CASO
RECURSOS HUMANOS








Entendendo a Qualidade de Vida no Trabalho no
contexto de uma Escola de Idiomas






Autores:
Andréa Yumi Sugishita Kanikadan
Mestranda em Administração - FEA-USP
Graduada em Administração pela FEA-USP
Endereço: R. Monte Caseros, 313 apto 41 – Vila Gomes - São Paulo-SP cep 05590-130
Tel.: (011) 9631-7053
e-mail:a_kanikadan@yahoo.com

Ana Cristina Limongi-França
Professora Livre docente da FEA-USP
Endereço: Av. Mercedes, 1018 Lapa São Paulo-SP cep 05081-060
Tel: (011) 3091-5908
Fax: (011) 3833-0573
e-mail: climongi@usp.br







Entendendo a Qualidade de Vida no Trabalho no
contexto de uma Escola de Idiomas

Resumo
Este trabalho de caráter preliminar e exploratório analisa as questõesrelacionadas a Qualidade de Vida no Trabalho em uma escola de idiomas, sob o ponto de vista da gestão da empresa. O principal objetivo do estudo foi destacar a existência do tema proposto mesmo quando não se aborde diretamente Qualidade de Vida no Trabalho, mas através dos critérios existentes na abordagem biopsicossocial relacionados com as políticas de Recursos Humanos. O método de pesquisa foiestudo de caso, através do modelo de variáveis independentes, representando as ações que a empresa adota. Os dados foram coletados através de entrevista pessoal e estrutural na própria escola situada na cidade de São Paulo.
Os resultados descrevem a existência de alguns indicadores de Qualidade de Vida no Trabalho atuando nas diversas áreas representadas pelo enfoque biopsicossocialanalisados dentro das práticas de Recursos Humanos vigente, considerando o mercado de trabalho em que a organização se insere.

1. Introdução
O fenômeno da globalização e a conseqüente entrada de empresas estrangeiras no Brasil têm levado muitas pessoas a buscarem um segundo idioma como forma de comunicar-se internacionalmente. A predominância do idioma inglês como língua estrangeira originou-se“devido ao grande poderio econômico da Inglaterra no século 19, alavancado pela Revolução Industrial, e a conseqüente expansão do colonialismo britânico, o qual chegou a alcançar uma vasta abrangência geográfica e uma igualmente vasta disseminação da língua inglesa, (...) devido ao poderio político-militar dos EUA a partir da segunda guerra mundial, e à marcante influência econômica e culturalresultante, que acabou por deslocar o francês dos meios diplomáticos e solidificar o inglês na posição de padrão das comunicações internacionais” (Schütz, 2002).
O mundo tem percebido essa necessidade nos diversos campos de atuação, seja econômico, cultural, social ou político.
Destaca-se a dificuldade que as pessoas em geral têm em aprender uma língua estrangeira, pelo nível insuficientena formação básica, proporcionando uma diversidade de métodos e cursos livres que a cada ano se proliferam pelo país. Hoje, montar um curso de inglês ou abrir uma franquia é investir no próprio negócio. A estrutura organizacional apresenta-se simples, pois a existência de 3 pessoas já viabiliza a abertura de um estabelecimento (Andrade, 1993). Com isso, vê-se um investimento muito pesado emmarketing, fazendo com que os interessados em aprender o inglês seduzam-se com promessas que nem sempre se tornam verdadeiras.
Observa-se nos discursos publicitários sempre a existência de qualidade no ensino dos mais variados cursos livres de idiomas, e grande parte deles destacam seus Recursos Humanos como indicador de qualidade:
“Com uma equipe de professores experientes, a CulturaInglesa disponibiliza a melhor infra-estrutura para seu aprendizado: material didático apropriado (...)” (Cultura Inglesa).
“(...) saiba que o Berlitz está sempre procurando candidatos qualificados para nossos programas de idiomas e cross-cultural, e para cargos em nossa sede administrativa.” (Berlitz)
“(...) nossos professores são uma história a parte. Animados e dinâmicos usam uma...
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