Verbo intransitivo

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  • Publicado : 10 de março de 2013
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Quando falamos em conhecimento, temos que separar a memorização. O conhecimento é o que nos engrandece, é o real “saber”. A memorização é apenas uma base de dados que serve de parâmetro de aprendizado.

Nos estudos antigos os professores estavam, e ainda estão ligados à memorização, apenas nas copias de memórias, para avaliar o que os alunos aprenderam um gancho que deve ser cortado, pois émuito mais fácil avaliar um aluno nesses padrões tão conservadores do que ler e entender seus pensamentos. Os próprios alunos levam este método arcaico de nossa sociedade para o resto de suas vidas; foram os que lhes foi ensinado.

Hoje precisamos estar mais adiante, o bom professor ou quem está ligado a Educação deve ter “habilidades de pensamentos” focando mais a qualidade do nosso conhecimento,uma metodologia participativa e onde haja análises, discussões e compartilhamento de ideias e pareceres. Uma verdadeira construção do conhecimento. Sublimando a dimensão geradora de novas ideias.

Não podemos nos abster totalmente de nossa memória, que nos é tão importante em nosso dia-a-dia, para tudo precisamos dela, em nossa rotina, mas, como forma de conhecimento tem que nos separar dessamaneira que não nos faz pensar. Não adianta saber muito e ter pouco conteúdo.

A repetição de nosso sistema social é um grave erro, o próprio plano de aula pode ser um erro. O professor está tão arraigado nesse sistema que repassa, ele que deveria dar o exemplo, pois é um “educador” um rótulo colocado e postado em nossa sociedade a favor de um bem comum. Será? Ele está totalmente engajado em terque dar aquele conteúdo naquele tempo pré-determinado, mesmo que este assunto siga adiante, na próxima aula o conteúdo é outro. Um padrão muito estreito.

Os estudos de uma maneira geral, são empobrecidos, pois não conseguem fugir dessa memorização que nos é imposta, como forma de saber. Precisamos realmente de uma reforma, uma avaliação da dimensão existencial do conhecimento, para nossodesenvolvimento pessoal e crescimento de nossa sociedade, ter realmente a dimensão da autonomia em nossos estudos o que filtra e nos torna verdadeiros cidadãos agentes, atuantes e modificadores e assim teremos criatividade e compreensão para o saber, um olhar mais crítico. Nossos pensamentos dessa forma fluirão mais facilmente.

Não só como estudar em uma escola, temos que estar aberto para a vida deuma maneira mais genérica, o compartilhamento de ideias é o melhor aprendizado e enriquecimento que temos, a troca de conhecimento é o verdadeiro estudo e o melhor ato de cidadania. A troca que nos agrega.

Não interessa a quantidade de conteúdos, e sim a qualidade desses conhecimentos e a reflexão e vontade de novos horizontes para uma melhor sociedade, reflexão sobre cidadania desenvolvendoassim uma importante crítica social. A vida é realmente um aprendizado e nunca podemos parar de querer aprender com conteúdo abrangente e toda forma de discussão e visões diferentes.



1- Estamos todos, nós formando uma geração de jovens que se compromete com o pensar crítico sistemático e criativo?

È muito difícil afirmar, estamos apenas engatinhando para essa nova visão. Ocomprometimento é peça fundamental. Precisamos estar engajados para que essas mudanças possam acontecer. È um processo muito lento. O sistema para ser mudada, a cadeia de educação precisa estar com a mesma sinergia. Os jovens de hoje, tem peças facilitadoras para auxiliá-los, cabe a eles próprios despertarem esse pensar crítico e criativo, e os educadores tem que fazer essa ponte. Hoje as crianças sealfabetizam muito precocemente, mas não basta apenas o saber ler e escrever, é preciso mostrar e saber desenvolver sua criatividade. E a percepção de quão é importante à busca do conhecimento; e não só o dever da formação, os educadores devem ir à busca do saber do combate à ignorância.

2- Estamos preocupados em formar jovens comprometidos com o bem comum e a vivência da cidadania? E a autonomia?...
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