Variação de linguagem

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  • Publicado : 6 de outubro de 2011
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A MANEIRA COMO FALAMOS PODE VARIAR DE ACORDOM COM AS CIRCUNSTANCIAS, COM O GRUPO SOCIAL A QUE PERTENCEMOS, COM A REGIÃO EM QUE VIVEMOS, COM O GRAU DE ESCOLARIDADE, ENTRE OUTROS. TODOFALANTE NATIVO DE UM LINGUA SABE ESSA LINGUA, POIS SABER ESSA LINGUA É CONHECER INTUITIVAMENTE E EMPREGAR COM NATURALIDADE ÀS REGRAS BÁSICAS DE FUNCIONAMENTO DELA.Infelizmente, noBrasil, não existe escola para todos, portanto, nem todos cidadãos brasileiros aprendem a norma culta da língua e, por este motivo a variação lingüística é imprescindível.A minoria quepôde obter um maior grau de escolaridade no país, se destaca com sua norma culta e técnica de falar, deixando os poucos instruídos como falantes incorretos.
“AS PESSOAS SEM INSTRUÇÃOFALAM TUDO ERRADO.”
Esta afirmação é um grande equívoco, pois a questão não é lingüística, mas social, política e cultural. O fato de uma pessoa pronunciar “pranta” ao invés de “Planta”e “Cráudia” ao invés de Cláudia, não significa que esteja se comunicando de maneira errada, mas está apenas externando uma conseqüência de uma variação lingüística.
Este tipo delinguagem é considerada “feia” e “errada”, mas atualmente os lingüísticos aceitam esta versão como correta. Isto porque eles entenderam que em qualquer língua, principalmente a línguaPortuguesa brasileira sofre “Variação diastráticas”.
Sabendo disto, entende-se que respeitar a variedade lingüística de uma pessoa é o mesmo que respeitar sua integridade física eespiritual.
Assim, as diferenças de status social em nosso país explicam a existência do verdadeiro abismo lingüístico entre os falantes das variedades não padrão do português brasileiro quecompõe a maior parte da população e os falantes da suposta variedade culta.

VARIAÇÕES DIASTRÁTICAS CORRESPONDEM AO ESTRATO SOCIAL, A CAMADA SOCIAL E CULTURAL DO INDIVÍDUO.
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