Valvulopatias

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Valvulopatias

Disciplina: Cardio Funcional
Docente: Profª Ms. Luciana
Discente: Ingred Hügen
Período: 8° Noturno

Sumário

Introdução...................................................3
Estenose Mitral...........................................4
Insuficiência Mitral......................................6
EstenoseAórtica........................................8
Insuficiência Aórtica...................................13
Valvopatia Tricúspide................................17
Valvopatia Pulmonar................................18
Fisioterapia...............................................19

Introdução

Muito se comenta nos tempos de hoje sobre o coração, sua anatomia, fisiologia e patologia. E muitasdessas patologias assombram a vida de muitas pessoas que não se cuidam, que se expõe a fatores de risco. Mais o que ocorre muitas vezes é que as pessoas não têm o conhecimento de todas as patologias e suas conseqüências.
Este trabalho solicitado pela docente que ministra a disciplina de Cardio Funcional, vem para elucidar as duvidas e questionamentos sobre as Valvulopatias,o que são, os tipos,como ocorre,quais exames realizar e qual é o tratamento para cada uma delas.


Estenose Mitral
1. Etiologia
A estenose mitral (EM) tem como causa predominante a Febre Reumática, porém pode ser congênita, observada em lactantes e crianças jovens. Pode ser associada ao defeito do septo atrial na Síndrome de Lutembacher. Também pode estar ligado atumor atrial esquerdo, endocardite infecciosa com vegetação grande e trombo valvular em bola (BRAUNWALD, 1999).
2. Fisiopatologia
No adulto, a área de secção do orifício valvular mitral é de 4 a 6 cm²,quando a abertura valvular mitral,reduz-se 2 cm² é então classificado como uma estenose mitral discreta,o sangue fui do átrio esquerdo ao ventrículo esquerdo somente se impulsionado por umgradiente de pressão pequeno,porém anormal.Já se ele chega a 1 cm² é considerado como estenose mitral crítica,pois há uma grande necessidade de gradiente atrioventricular esquerdo de 22 mmHg para manter o débito cardíaco normal em repouso.Esta pressão alta por sua vez eleva a pressão venosa e capilar pulmonares,levando a dispnéia ao esforço.Este é relatado em exercícios físico,ato sexual,estresse,assimacelera a freqüência do fluxo sanguíneos através do orifício mitral e provoca a elevação da pressão atrial esquerda (BRAUNWALD, 1999).
Para podermos avaliar o grau da obstrução, é preciso medir tanto o gradiente de pressão transvalvular quanto a velocidade do fluxo. A velocidade não depende só do débito cardíaco, mais também a freqüência cardíaca. Um aumento da freqüência encurta mais a diástole doque a sístole e reduz o tempo disponível para o fluxo pela válvula mitral. A taquicardia eleva o gradiente de pressão valvular e ainda mais as pressões atriais esquerdas, logo, explica a dispnéia em pacientes até então assintomáticos (BRAUNWALD, 1999).
3. Sinais e Sintomas
Podem ser assintomáticos durante muitos anos. A dispnéia é o maior sintoma deste paciente, começa com os grandesesforços e vai até aos menores, relatando geralmente de decúbito ou paroxística noturna. Também pode ser referido edema de membros inferiores. Durantes os esforços pode aparecer palpitações rítmicas associadas à dispnéia ou episódios de taquicardia arrítmica, mesmo em repouso, que podem significar crises de fibrilação atrial associadas ou não a piora da dispnéia. Com menos freqüência a doença pode ser umepisódio de embolia arterial periférica ou para o sistema nervoso central, de fibrilação atrial ou de hipertensão pulmonar (STEFANINI; KASINSKI; CARVALHO, 2004).
Estes pacientes observam-se estase jugular, levantamento sistólico e hepatomegalia. Na ausculta, na região do foco mitral, percebem-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura mitral e sopro diastólico em ruflar, mais...
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