V20n3a09 1

4176 palavras 17 páginas
Artigo ORIGINAL

Monalisa de Cássia Fogaça1, Werther
Brunow de Carvalho2, Vanessa de
Albuquerque Cítero3, Luiz Antonio
Nogueira-Martins4

Fatores que tornam estressante o trabalho de médicos e enfermeiros em terapia intensiva pediátrica e neonatal: estudo de revisão bibliográfica
Factors that cause stress in physicians and nurses working in a pediatric and neonatal intensive care unit: bibliographic review

1. Mestre, Psicóloga e Pós-graduanda em
Psiquiatria da Disciplina de Psicologia
Médica do Departamento de Psiquiatria.
Universidade Federal de São Paulo –
UNIFESP, São Paulo (SP), Brasil.
2. Doutor, Professor Adjunto do
Departamento de Pediatria da
Universidade Federal de São Paulo –
UNIFESP, São Paulo (SP), Brasil.
3. Pós-Doutora, Médica da Disciplina de Psicologia Médica do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, São Paulo
(SP), Brasil.
4. Doutor, Médico da Disciplina de
Psicologia Médica do Departamento de
Psiquiatria da Universidade Federal de
São Paulo – UNIFESP, São Paulo (SP),
Brasil.

RESUMO
Objetivos: Revisão de literatura sobre estresse ocupacional e síndrome de burnout em médicos e enfermeiros que trabalham em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal.
Métodos: Os artigos foram identificados a partir das bases de dados MedLine, LILACS e SciElo, usando as palavras-chave estresse, burnout, médicos, enfermagem, unidade de terapia intensiva, unidade de cuidados intensivos pediátricos e unidades de cuidados intensivos neonatais. O período pesquisado foi de
1990 a 2007.
Resultados: Médicos e enfermeiros que trabalham em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal são candidatos a apresentarem estresse, alterações psicológicas e síndrome de Burnout.

Pesquisas sobre o tema identificaram alterações importantes que acometem médicos e enfermeiros intensivistas: sobrecarga de trabalho, burnout, desejo de abandonar o trabalho e níveis elevados de cortisol entre outros fatores.
Conclusões: Os profissionais que

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