Uta historicidade

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FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA - FACINTER

AS AULAS DE HISTÓRIA, GEOGRAFIA E ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I: ESPAÇOS PARA A CONSTRUÇÃO DE DIÁLOGOS INTERCULTURAIS E COMPREENSÃO DO CONTEXTO ESCOLAR

CURITIBA
2010
FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA - FACINTER

AS AULAS DE HISTÓRIA, GEOGRAFIA E ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I: ESPAÇOS PARA A CONSTRUÇÃO DE DIÁLOGOS INTERCULTURAIS ECOMPREENSÃO DO CONTEXTO ESCOLAR

Produção de aprendizagem apresentada à UTA – Historicidade, no Curso de Pedagogia à Distância, Curitiba.
Tutor Local:
Centro Associado:

CURITIBA
2010
SUMÁRIO

1INTRODUÇÃO..........................................................................................................3

2 AS AULAS DE HISTÓRIA, GEOGRAFIA E ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I:
ESPAÇOS PARA A CONSTRUÇÃO DE DIÁLOGOS INTERCULTURAIS E COMPREENSÃO DO CONTEXTO ESCOLAR............................................................5

2.1 A DISCIPLINA DE HISTÓRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL I ............................7

2.2 A DISCIPLINA DE GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL I ........................9

2.3 ADISCIPLINA DE ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I..................................10

2.4 DIVERSIDADES CULTURAIS NA SALA DE AULA: REFLEXÕES SOBRE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE HISTÓRIA, GEOGAFIA E ARTE.....11

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................................................................13REFERÊNCIAS..........................................................................................................14

1 INTRODUÇÃO 3

Para Piaget, o conhecimento resulta da interação entre o sujeito, o objeto e o conhecimento científico adquirido pelo sujeito. É pesquisado na perspectiva de sua psicogênese, ou seja, ao longo do intervalo de tempo entre sua visãoinfantil, não-formalizada, e sua visão adulta, formalizada.
A aula pode se uma expressão das múltiplas práticas escolares. Isso possibilita a interação social em sala de aula, onde indivíduos dialogam, trocando experiências, informações, culturas, e com isso promovem novas culturas.
Segundo Araujo, (2010, p.76),
Quando fortalecemos nossas escolhas no coletivo, sem abrir mãoda criticidade, necessária para que evitemos a pasteurização dos discursos e das práticas, aumentam as chances do sucesso no ensino. Desse modo, os momentos individuais no planejamento, (nos quais antevemos nossa aula, separamos os recursos didáticos a serem utilizados e traçamos linhas condutoras de nossas narrativas em sala de aula) estarão respaldados no diálogo com o colegiado do qual somosparte, bem como na teoria que fundamenta nossas concepções e práticas. (ARAUJO, 2010)

No que diz respeito à interdisciplinaridade, Fazenda (1993), defende que (...)é necessário não fazer-se dela um fim, pois interdisciplinaridade não se ensina nem se aprende, apenas vive-se, exerce-se e por isso, exige uma nova Pedagogia(...)".
O conhecimento humano é a acumulação organizada de representaçõesda realidade e a interpretação humana da mesma. Ele é fruto da sociedade ao mesmo tempo em que a sociedade é produzida por ele.
Na antiguidade, buscava-se a formação do homem como um todo. Com o passar do tempo, organizou-se o conhecimento de maneira fragmentada, mas esta visão do mundo, com a tecnologia, foi sendo questionada. No momento atual, o ser humano encontra-se num momento de muitasbuscas, pois aquela disciplinaridade já não atende ao mundo moderno.
A justificativa para o presente trabalho é que a complexidade da realidade de hoje exige até mais que a interdisciplinaridade. Hoje se fala na transdisciplinaridade, já que as disciplinas fragmentadas criam barreiras a um ensino de qualidade que possibilite a maior compreensão da realidade sistêmica, como um todo.
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