Uta - corporeidade e inclusão

Páginas: 9 (2245 palavras) Publicado: 21 de abril de 2011
FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA - FACINTER

SHEILA SANTOS RODRIGO – RU 397178 – TURMA – 2009/01

INCLUSÃO E CORPOREIDADE NO COTIDIANO DA PRÁTICA DOCENTE

DISCIPLINAS CURSADAS: Fundamentos para as Necessidades Educativas Especiais, Pesquisa e Prática Profissional – Educação Especial, Organização Pedagógica de Espaços Educativos e Metodologia do Ensino de Educação Física.

SÃO PAULO2009
FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA - FACINTER

INCLUSÃO E CORPOREIDADE NO COTIDIANO DA PRÁTICA DOCENTE

DISCIPLINAS CURSADAS: Fundamentos para as Necessidades Educativas Especiais, Pesquisa e Prática Profissional – Educação Especial, Organização Pedagógica de Espaços Educativos e Metodologia do Ensino de Educação Física.

Produção de Aprendizagemapresentada a UTA Corporeidade e Inclusão, no Curso de Pedagogia à Distância da Faculdade Internacional de Curitiba – Facinter.

Tutora: Nacima Aparecida Galvão
Centro Associando: São Paulo (Penha)

SÃO PAULO
2009
SUMÁRIO

1INTRODUÇÃO....................................................................................................... 00
2 INCLUSÃO E CORPOREIDADE NO COTIDIANO DA PRÁTICA DOCENTE...... 00
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................... 00
REFERÊNCIAS......................................................................................................... 00
APÊNDICE 1 – QUESTÃOINDIVIDUAL.................................................................. 00

INCLUSÃO E CORPOREIDADE NO COTIDIANO DA PRÁTICA DOCENTE

Os principais pontos históricos com relação à inclusão escolar são os seguintes, que até o século V, não havia qualquer meio de educação em relação às pessoas com deficiência, tanto física, quanto mental, quanto audiovisual, sendo estas pessoas levadas ao abandono, e até mesmo ao Extermínio, não tendo nenhum valor social.Segundo Misés, citado por Stobaus e Mosquera, em um manuscrito de governantes espartanos:

Nós matamos os cães danados e touros ferozes, degolamos ovelhas doentes, asfixiamos os recém-nascidos mal constituídos; mesmo as crianças se forem débeis ou anormais, nós as afogamos, não se trata de ódio, mas da razão que nos convida a separar das partes sãsaquelas que podem corrompê-las.

O extermínio começa a ser discutido, na Idade Média, com a interferência da Igreja Católica e o Cristianismo, lutando pelo reconhecimento de que todas as pessoas são criaturas de Deus. Estas pessoas então passam a ter, pela primeira vez, atenção da sociedade. Mesmo com diferenças, dizendo-se que pessoas com deficiência eram castigos divinos.
SegundoPessoti, citado por Brasil, em documentos da época “O homem é o próprio mal, quando lhe faleça a razão ou lhe falte à graça celeste a iluminar-lhe o intelecto: assim, dementes são em essência, seres diabólicos”.
Surgiram então as primeiras iniciativas de proteção, com a criação de asilos e abrigos, onde se precisavam receber doações para serem mantidas e prestar assistência, as pessoas comdeficiências, sendo feito um ato de caridade.
No século XVI, então surge um período chamado de Segregação, onde as pessoas com deficiência eram isoladas em asilos, porque não se encaixavam nos padrões de normalidade, sendo eles os leprosos, os paralíticos, os doentes mentais e doentes venéreos. É ai então que a igreja resolve dividir essa questão com a medicina.
Nesta época, surge aRevolução Burguesa, que com ela a igreja perde todo o seu poder. Com a monarquia surgem os trabalhos assalariados nas indústrias. A medicina, nesta mesma época, se desenvolve e ganha força, conseguindo explicações para as deficiências como causas naturais e não mais espirituais.
A partir do século XVI, não tiveram muitas mudanças. Sendo chamada a atenção, segundo Bueno, onde o atendimento...
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