Uma analise da familia contemporanea

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
CURSO SUPERIOR DE BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL
FERNANDA DE ALBUQUERQUE BATISTA

UMA ANÁLISE DA FAMÍLIA CONTEMPORÂNIA

Carpina
2011

FERNANDA DE ALBUQUERQUE BATISTA

UMA ANÁLISE DA FAMÍLIA CONTEMPORÂNIA

Trabalho apresentado ao Curso Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para adisciplina Filosofia, Sociologia, Fundamentos Históricos e Metodológicos do Serviço Social ll.

Profs: Adarly Rosana, Lisnéia Rampazzo, Márcia Bastos, Sérgio Goes.

Carpina

2011

INTRODUÇÃO

Neste trabalho, sobre a família contemporânea, analisei as varias formas de família, que é bem interessante, como e porque ela é se forma de cada maneira, é umassunto grande que se fomos analisar ao pé da letra fica um trabalho extenso, mais como temos um limite procurei com cuidado apenas expor o que achei de grande importância, e fiz uma analise sobre as famílias reconstruídas” que é meu caso familiar e também conversei com amigos e amigas que também vivem esta situação.

“UMA ANÁLISE DA FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA”

Viver em conjunto, sob omesmo teto, constitui um dos indicadores mais simples, e ao mesmo tempo mais óbvio, da existência de uma família que a separa das outras relações sociais, incluindo as de parentesco. Trata-se, todavia, para muitos, de um indicador insuficiente. Nem todas as pessoas
que vivem juntas, nem portanto todas as convivências, são consideradas ou autodefinem-se como famílias.

TIPOS DE FAMILIA:

1.Famílias nucleares:
A família nuclear caracteriza-se por uma só união entre adultos e um só nível de descendência, isto é, pais e filhos. Não existem linhas colaterais (tios, primos), nem há saltos nas gerações (por exemplo, sós avós e netos). É frequente, nas populações envelhecidas, estas famílias serem constituídas apenas por dois elementos – o casal de “meia idade” ou idoso.

2. Famíliasalargadas
As famílias alargadas ou extensas caracterizam-se pela presença de várias gerações, incluem frequentemente a família nuclear, o(s) avó(s) e, por vezes, linhas colaterais, como tios e primos. Tradicionalmente estas famílias eram consideradas menos vulneráveis do que outros tipos de estruturas familiares.
Um dos fatores essenciais na construção sólida e saudável de uma família, e até daprópria personalidade de cada um, passa pela transmissão de valores e isto se faria mais facilmente numa família alargada. Também as presenças em casa de mais adultos que se apoiariam entre si, repartindo as tarefas domésticas e as inerentes à educação e prestação de cuidados às crianças, com menor sobrecarga de cada um dos membros, contribuiria para a menor vulnerabilidade da família. Num contexto deurbanização crescente e de envelhecimento da população, nem sempre é assim.
Muitas destas estruturas familiares formam-se, não por opção, mas porque o filho que se casa não tem recursos financeiros que permitam autonomizar-se como família nuclear ou o familiar idoso tornou-se dependente nas atividades da vida diária, sendo acolhido pelos descendentes. Com a entrada de novos elementos,frequentemente as casas tornam-se exíguas relativamente ao número de habitantes e a falta de espaço individual pode originar tensões relacionais e atuar como stressor crônico.

3. Famílias mono parentais:
A família mono parental é constituída por um dos pais com o(s) filho(s).
São diversas as causas que podem dar origem a este tipo de estrutura: viuvez, nascimentos fora do casamento, separação,divórcio. Se no passado se tratava, sobretudo de famílias compostas de viúvos (as) com filhos, atualmente o grande aumento deve-se, sobretudo à separação e divórcio e, em menor medida, a mães solteiras com os seus filhos.
As causas de mono parentalidade mais frequentes nos casos atuais e os critérios para a custódia dos filhos explicam a razão pela qual na grande maioria o progenitor sozinho é hoje em...
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