Um relato de experiencia sobre: a assistência de enfermagem no processo saúde doença de pacientes com transtorno de personalidade

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UNIVERSIDADE GAMA FILHO
CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
CURSO DE ENFERMAGEM
PROCESSO CIENTÍFICO III






TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO




UM RELATO DE EXPERIENCIA SOBRE: A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO SAÚDE DOENÇA DE PACIENTES COM TRANSTORNO DE PERSONALIDADE





POR:
LUCIANA COELHO BELINHO




RIO DE JANEIRO
MAIO /2007
UNIVERSIDADE GAMA FILHOCENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
CURSO DE ENFERMAGEM
PROCESSO CIENTÍFICO III





UM RELATO DE EXPERIENCIA SOBRE: A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PROCESSO SAÚDE DOENÇA DE PACIENTES COM TRANSTORNO DE PERSONALIDADE




PROJETO DE PESQUISA EM CUMPRIMENTO DA DISCIPLINA ENF 162-PROCESSO CIENTÍFICO III, ORIENTADO PELA PROF° Ms SONIA NEVES.RIO DE JANEIRO
MAIO/2007

1.1.CONSIDERAÇÕES INICIAIS:

No desenvolver da minha vida sempre notei que possuía um prazer muito grande em ouvir e cuidar de pessoas que assim necessitassem. Durante muito tempo me adeqüei a decisão de cursar psicologia, porém descobri que com esse curso, nem todos os meus anseios seriam atendidos. Foi, então, que optei pelocurso de graduação em enfermagem, pois com ele terei habilitação para trabalhar na área que desejo, executando os procedimentos da melhor maneira possível.
Já como aluna de graduação, observando o cuidado realizado entre os enfermeiros para com os pacientes portadores de transtorno mental, cheguei à conclusão que existe a necessidade de uma maior aplicabilidade prática por parte dasenfermeiras, para que se alcance um progresso no tratamento desses pacientes e um aprimoramento da assistência fornecida.
É necessário que a enfermeira realize alguns procedimentos, os quais são atribuições suas. Como exemplo de tais procedimentos podemos citar: administrar cuidados básicos, como acompanhar e orientar no café da manhã, realizar curativos, realizar mudança de decúbito empaciente acamado com úlcera de pressão, realizar a leitura de prontuários e livros de ocorrências onde contêm informações gerais sobre os pacientes, conversar com o médico psiquiatra sobre o comportamento e conduta em relação aos pacientes recém-internados, visitar os mesmos no leito ou pátio, realizar agendamento de retorno dos doentes em consultas fora do hospital conferir medicações psicotrópicasa serem administradas junto com o auxiliar de enfermagem, auxiliar o médico clínico geral durante uma consulta e realizar anotação em prontuário, realizar passagem de plantão, orientando tarefas a serem desenvolvidas no turno seguinte, solicitar coleta de sangue para o laboratório e elaborar escala de auxiliares de enfermagem para atividades diárias a serem desenvolvidas pelos mesmos. Essesprocedimentos terão de ser realizados de acordo com um planejamento prévio, evitando ações mecânicas. Quando essas ações forem delegadas, é imprescindível a presença da enfermeira para supervisão.
O enfermeiro deverá ser preparado para atuar em novos modelos, com enfoque de serviços extra-hospitalares e de reabilitação psicossocial, e assumir novas tarefas, como, por exemplo, maiorenvolvimento com familiares, adequando-se às mudanças advindas da atual política de saúde mental vigente no país.
É importante que a relação enfermeira-paciente que é teoricamente valorizada na graduação, na prática exista, o que não se observa de um modo geral.
Enfim, a seguir, alguns pontos que deverão ser reavaliados:
A necessidade do envolvimento da equipe no programaterapêutico individual , a necessidade de supervisão constante dessa equipe, a discussão do papel do enfermeiro dentro da atual proposta de política de saúde mental do país, a necessidade de repensar o papel do enfermeiro dentro do contexto da instituição, uma vez que dados evidenciam que as ações de enfermagem são predominantemente de natureza burocrática e administrativa, a importância do...
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