Um burrinho por um carro

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  • Publicado : 22 de outubro de 2011
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Um Burrinho por um Carro

Dia 1 de Janeiro

O Meu Companheiro, o Burrinho
Miguel regava os tomateiros da sua horta mas os seus pensamentos estavam longe, na loja do senhor Pompeu.
Desdehá uma semana que ele passava todos os dias para ver o magnífico carro vermelho que estava na montra, e agora enquanto regava parecia-lhe ouvir as palavras do senhor Pompeu.
-Não sei porquecontinuas a fazer as tarefas da quinta com esse teu burro. Passa o dia a cheirar as flores enquanto tu trabalhas e, além disso, aguenta pouca carga.
-Não devo pensar nestas coisas - disse para siMiguel. – O burrinho é meu amigo. Acompanha-me enquanto recolho as colheitas e leva-me ao mercado quando vou vender as verduras e as primícias da horta. Mas…a verdade é que um carro desses modernos que sãoexcelentes e muito rápidos me viria mesmo a calhar. Além disso servir-me-ia para viajar e conhecer o mundo.
Enquanto ele pensava no carro o burrinho, mais feliz do que todos, cheirava as flores efalava com as joaninhas e com os passarinhos.
Dia 2 de Janeiro

As Dúvidas de Miguel
Depois de muitos dias a ouvir o senhor Pompeu, Miguel começou a pensar e a pensar.
-Talvez tenharazão. O burrinho é muito pequeno e não pode levar muita carga, ao contrário de um carro… como por exemplo aquele vermelho, que o senhor Pompeu tem na sua loja. Se o comprasse poderia andar vestido com omeu traje de festa. Também poderia levar minhas amigas Clara e Beatriz a passear. Mas, por outro lado… o burrinho vive comigo desde sempre e gosta muito de mim.
Dia 3 de Janeiro

Um burrinhopor um carro
E chego o momento em que o Miguel tomou a sua decisão e trocou o seu burrinho por aquele carro vermelho da loja do senhor Pompeu. Feliz da vida, e vestido com o traje dos dias defesta, foi lanchar à cidade acompanhado das suas amigas Clara e Beatriz. Ao sair da aldeia passaram à frente na cerca da quinta. Iam tão contentes, a cantar e a rir, que nem se apreseberam que o...
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