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CLC

Área – Cultura, Língua e Comunicação
DR 4
Introdução

Este trabalho tem por base o tema Alterações Climáticas. Deste modo, procurei aprofundar os meus conhecimentos sobre o mesmo. Para tal procurei investigar em que consistia o protocolo de Quioto e de que forma este influencia ou influenciará a forma de agir das pessoas na preservação e protecção do meio ambiente.
Fui tambémprocurar as causas e as consequências destas alterações climáticas. Posteriormente exemplificarei algumas das catástrofes naturais como consequência directa destas alterações climatéricas.
Este trabalho elucidou-me o quanto prejudicamos e contribuímos para o agravamento climatérico do Mundo.
História de vida das alterações climáticas
As alterações climáticas têm vindo a ocupar uma importânciacrescente no elenco dos grandes problemas globais enfrentados pela Humanidade. Um dos argumentos utilizados durante muitos anos para nada fazer em matéria de alterações climáticas era a incerteza relativamente aos resultados da investigação científica. O clima é um sistema muito complexo e havia muitos cientistas que suscitavam dúvidas sobre a possibilidade do homem ser responsável pelas mutaçõesclimáticas. Também havia muita incerteza relativamente aos efeitos das alterações climáticas ao longo do tempo, bem como da distribuição regional dos impactes. Finalmente, as análises de custo e benefício desenvolvidas por economistas consagrados apontavam no sentido de que os custos de mitigação eram excessivamente altos e os benefícios líquidos associados às políticas públicas de redução do CO2 seriamprovavelmente negativos. Estes resultados constituíam uma justificação conveniente para nada ser feito em matéria de políticas de mitigação.
Tudo isto mudou nos últimos anos, assistindo-se à generalizada aceitação das bases científicas que sustentam a importância da acção do Homem na mudança climática. Com efeito, existe hoje uma dupla constatação
 Primeiro, a comprovação científica, cada vezmais consensual na comunidade científica, de que o clima está a mudar e que o Homem é responsável pelo aquecimento global. Segundo, se nada for feito corre-se o risco da atmosfera do nosso planeta ultrapassar irreversivelmente um valor acumulado de GEE que constituirá uma espécie de “limite de sustentabilidade” da actividade humana no nosso planeta e para lá do qual se perfilam alterações climáticascom um impacto catastrófico na Humanidade.
O mais recente contributo para a percepção geral desta questão pelas elites dirigentes foi a publicação do relatório de Nicholas Stern, feito em 2006 para o Governo inglês, e que marcou uma mudança no debate económico e nos seus reflexos sobre as políticas públicas. Nicholas Stern afirma que, se nada for feito, corremos o risco de suportar penalizaçõescorrespondentes a cerca de 20% do PIB até 2050. Como contraponto daquela opção e para evitar a catástrofe propõe que apliquem políticas de mitigação com um custo equivalente a 1% do PIB. Também a opinião pública foi fortemente influenciada no sentido do desenvolvimento de acções orientadas para o controlo da alteração climática pela campanha de Al Gore, sob a epígrafe de “Uma verdadeinconveniente”, consagrada com a atribuição do Nobel da Paz.
A importância global do problema levou as Nações Unidas a criar um fórum (IPCC – Intergovernamnetal Panel on Climate Change) que pudesse ir monitorizando a evolução da situação e, simultaneamente, formular recomendações para os decisores políticos. O mais recente relatório veio reforçar algumas das preocupações já afloradas em anteriores edições. Muitoparticularmente, pode esperar-se uma distribuição regional dos impactos bastante desigual. Assim, os países ricos, com cerca de 15% da população mundial, que são os maiores responsáveis pelas emissões de GEE (cerca de 50% do total anual) mas, até ao momento, serão pouco afectados pelas suas consequências ambientais, enquanto os países pobres, sem grandes responsabilidades nas emissões são,...
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