Tributos que incidem na folha de pagamento

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FACHASUL
FACULDADE DE CHAPADÃO DO SUL








TRIBUTOS QUE INCIDEM NA FOLHA DE PAGAMENTO










Estágio apresentado à disciplina de Projeto de Iniciação Científica, ministrada pla professora Sandra C. Mioto de Gouvêa, para a obtenção parcial de nota no curso de graduação em Ciências Contábeis, da faculdade FACHASUL- Faculdade de Chapadãodo Sul.



































CHAPADÃO DO SUL/ MS
SETEMBRO/2012

Introdução


A presente pesquisa prioriza o estudo com base em análises de textos de mídia impressa, com ênfase em destaques de primeira página, dentro do contexto do agronegócio, mais especificamente sobre a aftosa. Para isso torna-se necessário um retrospecto sobre o assuntopara que se possa melhor definir a importância do objeto de pesquisa.
Segundo dados pesquisados por Silva & Lira (2004) a febre aftosa foi detectada no Brasil em 1895, após sua descrição na Argentina e Uruguai, coincidindo com importação sistemática de reprodutores bovinos de raças européias para o surgimento da indústria frigorífica. As importações ocorreram desde a colonização, mas a febreaftosa só apareceu no Brasil após afetar os rebanhos da península Ibérica.
A ocorrência da doença contribuiu para a criação, em 1909, do Ministério da Agricultura. Em 1950 foram estabelecidas as normas de profilaxia da doença. A década de 60 teve como marco a institucionalização da campanha de combate à febre aftosa, primeiro programa de combate à doença. Paralelamente, ocorreu a implantação deinfra-estrutura laboratorial, treinamento de pessoal e conscientização dos pecuaristas, iniciando dessa forma, a produção de vacinas, a notificação de focos e de diagnóstico.
Os autores ressaltam que na década de 70 houve a implantação do controle de qualidade da vacina e a identificação das áreas problemas por meio do estudo de trânsito animal e sua comparação com a ocorrência da doença. Nesteperíodo observou-se a ocorrência de 10 295 focos, principalmente no Rio Grande do Sul, em que as causas prováveis seriam a desestruturação do programa e a carência de vacinas de qualidade.
Em 1989, a incidência de focos caiu para o número de 1376, resultado de uma política estrutural de produção e melhor qualidade da vacina. Nos anos 90, destaca-se a implantação da política de “erradicação” comregionalização das ações e meta de país livre da doença, o que determinou que o bovino se tornasse “moeda”comercial no país. Em 1998, os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul foram reconhecidos como zona livre de febre aftosa com vacinação. Diante dessas políticas de prevenção houve uma significativa diminuição de focos de aftosa para 37 em 1999.
Lira & Silva (2004) afirmam que o ano de 2002foi o primeiro ano com ausência de febre aftosa no Brasil, desde o seu surgimento. Mas a doença volta a ter importância fundamental em 2005 quando um novo foco é descoberto no Mato Grosso do Sul. Esse fato vem contribuir para um decréscimo na economia brasileira, uma vez que possui o maior rebanho bovino mundial (cerca de 170 milhões de cabeças ) e é considerado o terceiro maior rebanho de suínose o sexto lugar na produção de leite.
A febre aftosa é um problema mundial, pois reduz a produtividade, impossibilita a disponibilidade de carne para o consumo, reduz o crescimento econômico e limita o acesso ao mercado internacional, já que a carne brasileira sofreu embargos devido à proliferação da doença.
Cabe salientar que dentre os países do cone sul, somente o Chile é livre de febreaftosa sem vacinação. E que os focos da doença no Brasil sempre estão relacionados à ocorrência nos países limítrofes ao sul do país: Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina.
Fatos como esses, de grande proporção acabam sendo destaques nos principais meios de comunicação (estaduais, nacionais e internacionais). Possibilitando dessa forma um grande embate sobre a possível responsabilidade da...
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