Tratamento de efluentes

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SUMÁRIO


CAPITULO I – CARACTERIZAÇÃO DAS ÁGUAS RESIDUÁRIAS 6

1 – PROCEDÊNCIA DOS ESGOTOS 6

2 – Vazão de esgotos 6
2.1 – Variação da vazão 8
2.2 – Vazão de Infiltração 9

3 – Características Físicas 10
3.1 – Matéria Sólida 10
3.2 – Classificação da matéria sólida 10
3.2.1 – Definições e faixas de variação 11
3.3 – Temperatura 12
3.4 – Odor 12
3.5 – Cor eturbidez 13

4 – Características químicas 13
4.1 – Demanda Bioquímica de Oxigênio 14
4.2 – As formas de Nitrogênio 15
4.3 – Outras determinações 16
4.4 – Demanda Química de Oxigênio DQO 16
4.5 – Carbono Orgânico Total COT 17

5 – Características BIOLÓGICAS 17
5.1 – Indicadores da Poluição 17

6 – Contribuição unitária da DBO e de MS 18

CAPITULO II – CARGA, VAZÕES EINFILTRAÇÕES 20

1 – INTRODUÇÃO 20

2 – ESTIMATIVA DE VAZÕES 20
2.1 – Vazões Médias 20
2.2 – Vazões Máximas 23
2.3 – Vazões Mínimas 23

3 – CARGAS DE ESGOTO SANITÁRIO 23

4 – Vazões e cargas de despejos líquidos industriais 24

CAPÍTULOS III PROCESSO E GRAU DE TRATAMENTO 26

1 – INTRoDUÇÃO 26

2 – OPERAÇÕES UNITÁRIAS 26

3 – PROCESSOS DE TRATAMENTO 27
3.1 – Processos Físicos 283.2 – Processos Químicos 28
3.3 – Processos Biológicos 29
3.4 – Outros Processos 29

4 – CLASSIFICAÇÃO DOS PROCESSOS 29
4.1 – Em Função da Remoção 29
4.2 – Em Função da Eficiência das Unidades 31

5 – Remoção de sólidos grosseiros 32
5.1 – Conceito 32
5.2 – Finalidades 33
5.3 – Características das grades de barras 33
5.3.1 – Características do material retido 375.4 – Tipos de Equipamentos 40
5.4.1 – Grade de Barras com Limpeza Frontal ou por Trás 40
5.4.2 – Grade de Barras com Acionamento por Correntes ou por Cabos, dos Tipos Cremalheira ou Catenária. 40
5.4.3 – Grade de Barras Curvas 41
5.5 – Peneiras 43
5.5.1 – Peneiras Estáticas 43

6 – REMOÇÃO DE AREIA 45
6.1 – Conceito 45
6.2 – Finalidade 45
6.3 – Características 456.3.1 – Tipos de Caixas de Areia 46
6.3.2 – Dispositivo de Retenção 46
6.3.3 – Dispositivo de Remoção 47
6.3.3.1 – Quantidade de Material Retido 48
6.3.3.2 – Destino do Material Removido 49
6.3.4 – Localização da Caixa de Areia 50
6.4 – Operação 50
6.4.1 – Limpeza Manual 50
6.4.2 – Limpeza Mecânica 51
6.4.3 – Medidas de Segurança 51

7 – Remoçãode gorduras e sólidos flutuantes 52
7.1 – Conceito 52
7.2 – Finalidade 52
7.3 – Características 52
7.4 – Funcionamento 53
7.5 – Caixas de Gordura 53

CAPÍTULO IV – FUNDAMENTOS DO TRATAMENTO ANAERÓBIO 56

1 – Histórico 56

2 – Mecanismo de processo de digestão 57
2.1 – Hidrólise 57
2.2 – Acidogênese 58
2.3 – Acetogênese 58
2.4 – Metanogênese 58

CAPÍTULO V –CRITÉRIOS DE PROJETO DE REATOR ANAERÓBIO DE FLUXO ASCENDENTE (UASB) OU REATORES ANAERÓBIOS DE MANTA DE LODO 59

1 – INTRODUÇÃO 59

2 – DIMENSIONAMENTO DOS REATORES DE MANTA DE LODO 60

3 – NOMENCLATURA DE REATORES ANAERÓBIOS 61

4 – PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO REATOR 61

5 – CONFIGURAÇÕES TÍPICAS 63
6- Sistema de Gases 67

CAPITULO VI – LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO 69

1 – HISTÓRICO 69

2– CONCEITO E CLASSIFICAÇÃO 70

3 – EFICIÊNCIA E APLICABILIDADE DAS LAGOAS 71

4 – LAGOAS ANAERÓBIAS 72
4.1 – Princípios de Funcionamento 72
4.2 – critérios de dimensionamento 72

5 – lagoas facultativas 74
5.1 – Princípios de Funcionamento 74
5.2 – Fatores que Interferem no Processo 76
5.2.1 – Fatores Incontroláveis 76
5.3 – Parâmetros de Interesse no Projeto 77Condições locais 78

6 – lagoas de maturação 81
6.1 – Introdução 81
6.2 – Descrição do Processo 81
6.3 – Critérios de Projeto 81

7 – LAGOAS AERADAS 82
7.1 – Conceito 82
7.2 – Características das Lagoas e Aplicabilidade 83

CAPITULO VII – LODOS ATIVADO 85

1 – INTRODUÇÃO 85

2 – população MICROBIANA DOS lodos ativados 86

3 – DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO 88

4 –...
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