Transporte nas plantas

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UNIDADE II - BIOLOGIA

CONDUÇÃO DA MATÉRIA
COMO CHEGA A MATERIA ORGÂNICA ÀS CÉLULAS?

1 – TRANSPORTE NAS PLANTAS

2 – TRANSPORTE NOS ANIMAIS
2.1 – SISTEMAS DE TRANSPORTE 2.2 – FLUÍDOS CIRCULANTES

M U S G O S

H E P Á T I C A S

Plantas sem sementes

Plantas com sementes
360 M.a.

Plantas não vasculares

Plantas vasculares Ancestrais aquáticos algas verdes

420 M.a.475 M.a.

ORIGEM DAS PLANTAS

TECIDOS VEGETAIS DEFINITIVOS
As plantas vasculares apresentam: tecidos dérmicos, tecidos fundamentais e

tecidos vasculares ou condutores

tecidos dérmicos

Funções de revestimento
Funções de controlo de trocas com o exterior

Epiderme Endoderme (raiz)

Epiderme (da folha) - Revestimento dos órgãos vegetais - Camada de células justapostas, vivas, semcloroplastos - Película impermeável – cutícula – com paredes de cutina - Com estomas, estruturas especializadas na regulação de trocas gasosas
Funções:
1 – Protecção mecânica 2 – Absorção de água e sais minerais na raiz 3 – Controlo de trocas gasosas e hídricas

Tecidos vasculares
Existem dois tipos de tecidos de transporte, ambos complexos:

2 - FLOEMA 1 - XILEMA

Tecidos vasculares: 1- Xilema

- Elementos de vaso ou traqueias
Células mortas de paredes lenhificadas

Sem paredes transversais dispostas topo a topo

- Traqueídos
Células mortas de paredes lenhificadas
Alongadas e afiadas

- Fibras – células mortas; suporte - Células parênquimatosas – únicas células vivas; armazenamento de água e alimento

Tecidos vasculares: 2 - Floema 2.1- Células do tubo crivoso =células condutoras
Células vivas, sem paredes secundárias Alongadas, dispostas topo a topo Paredes transversais perfuradas por – placa crivosa

2.2 - Células companhia
Células vivas
Alongadas e associadas aos tubos crivosos

Transportam sacarose para o interior dos tubos crivosos – transporte activo

- Fibras – células mortas; suporte
- Células parênquimatosas – Células vivas,armazenamento de água e alimento

TRANSPORTE de seiva bruta
Pode ocorrer

Circulação lateral

Desde o solo até ao xilema – ao longo da raiz

Circulação vertical TRANSLOCAÇÃO

xilema

Via simplasto

Via apoplasto

Hipótese da Pressão radicular

Hipótese da Tensão, coesão, adesão

TRANSPORTE de seiva bruta
- Absorção de água e solutos do meio pelas células da raiz

Circulação lateralCirculação vertical TRANSLOCAÇÃO

Zonas da raiz

Absorção radicular

Pêlo radicular

Epiderme

Absorção radicular
A presença de pêlos absorventes aumenta a área de absorção.
Células epidérmicas da raiz

Hipertónicas

Solo
hipotónico

< Potencial hídrico (p.h.) > Pressão osmótica (P.O)

Células epidérmicas da raiz

A água entra nas células epidérmicas

ficamhipotónicas - túrgidas

CIRCULAÇÃO LATERAL DA SEIVA BRUTA
Movimento da água e sais minerais desde a

epiderme até ao cilindro central
XILEMA
Após a absorção radicular Células epidérmicas da raiz Cél. 1 PO (1) < PO(2) p.h. (1) > p.h. (2)

-

Cél. 2 PO (2) < PO (3) p.h. (2) > p.h. (3) Cél 3 PO (3) < PO (4) p.h. (3) > p.h. (4) osmose

hipotónicas
osmose osmose

Zona cortical da raiz
Otransporte activo osmótico crescente Gradiente dos iões é responsável pelo sucessivo aumento da concentração de soluto nas Potencial raiz e consequente aumento da células corticais da hídrico decrescente P.O gradiente osmótico crescente

desde a periferia até ao xilema.

TRANSPORTE de seiva bruta
Absorção de água e solutos
OSMOSE Movimento de água através de membranas selectivamente permeáveisno sentido do equilíbrio de concentrações entre os dois meios. A água desloca-se sempre de zonas com elevado potencial hídrico e com baixa concentração de solutos (soluções hipotónicas) para meios de baixo potencial hídrico e com elevada concentração de solutos (soluções hipertónicas)

A concentração solutos nas células da raiz é superior à do solo, favorecendo a entrada passiva da água, por...
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