Transplante

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RBT

Ano XVIII Nº 2

Registro Brasileiro de Transplantes
Veículo Oficial da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos

Dados Númericos da doação de órgãos e transplantes realizados por estado e instituição
no período:

JANEIRO / JUNHO - 2012

RBT
Registro Brasileiro de Transplantes
Veículo Oficial da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos

Apoio

Diretoria: (Biênio2012-2013)
Presidente: José O. Medina Pestana
Vice-Presidente: Lucio Pacheco
Secretário: Marilda Mazzali
2º Secretário: Eliana Régia B. de Almeida
Tesoureiro: Alfredo Inácio Fiorelli
2º Tesoureiro: Roberto C. Manfro

Conselho Consultivo:
Presidente : Valter Duro Garcia
Secretário: Ben-Hur Ferraz Neto
Maria Cristina Ribeiro de Castro
Elias David-Neto
Henry de Holanda Campos
JorgeNeumann

Coordenadores dos Departamentos
Anestesiologia-Terapia Intensiva: Alexandre Teruya
Coordenação de Transplantes: Joel de Andrade
Enfermagem em Transplante: Malvina Duarte
Ética em Transplantes: Mário Abbud Filho
Imunobiologia: Niels Câmara
Transplante de Coração: Noedir Stolf
Transplante de Fígado: Paulo Massarollo
Transplante de Pâncreas: Santo Pascual Vitola
Transplante dePulmão: Spencer Camargo
Transplante de Tecidos: Márcia Regina I S Libanio
Transplante Pediátrico: Clotilde D Garcia
Transplante Renal: Álvaro Pacheco
Expediente:
Editor: Valter Duro Garcia
Coeditor: Lucio Pacheco

RBT - 2012 -(JAN/JUN) - ABTO

Thiago Quintas Camara (thiago@abto.org.br)
Gestão de Dados / Criação e Produção

2

ABTO - Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
Av.Paulista, 2001 - 17º andar - cj 1704 / 1707
São Paulo - SP
CEP 01311-300
Fones: 55 11 3283-1753 / 3262-3353
Fax: 55 11 3289-3169
E-mail: abto@abto.org.br
www.abto.org.br

ALERTA, MAS CONFIANTE!

EDITORIAL

A análise da taxa de doação nesse semestre pode ter duas leituras: uma preocupante que comparada
com o primeiro trimestre, revela diminuição de 2,2% nas taxas de doadores efetivos (12,8pmp) bem como
doadores com órgãos transplantados (12,2 pmp). Outra otimista, quando comparada com o ano anterior, que
mostra um aumento de 16,4% e 13,1%, respectivamente, nessas taxas. A taxa de notificação de potenciais
doadores (42,7 pmp) aumentou 11% no semestre e foi superior a 50 pmp em oito estados a taxa de efetivação
(30,2%) cresceu 7%, sendo que e em quatro estados atingiu 40%.
Aprevisão realizada há cinco anos (2007) para se obter 20 doadores efetivos pmp em 2017, através de
taxa de notificação de 50 pmp e de efetivação de 40%, poderá ser obtida com taxa de notificação de 55 pmp
(crescimento anual de 5%) e de efetivação de 35% (crescimento anual de 3%), o que é plenamente realizável.
Entretanto, três estados ainda não obtiveram doadores e em sete, a taxa de doadoresefetivos foi menor
que 3 pmp. É interessante observar que, dos seis estados com maior taxa de doação (acima de 15 pmp), há
dois na região nordeste, 2 na região sul e um na região sudeste e na centro-oeste, sugerindo já uma melhor
distribuição no país. Outro aspecto importante é a queda na taxa de negativa familiar que foi de 43%, nos
estados que informaram o número de entrevistas realizadas.Houve um crescimento de 8,8% na taxa de transplantes renais (28,2mp), com uma projeção de 5.370
para o ano, às custas do aumento de 19% no número de transplantes com doador falecido, atingindo 74%
dos transplantes e da queda de 14% com doador vivo, responsável por apenas 26% dos transplantes renais.
. A taxa de transplante renal com doador vivo não parente que foi de 6,9% no último ano, passoupara 5,9%
no primeiro trimestre e fechou o semestre em 5,4%, sugerindo que as medidas restritivas a esse tipo de
transplante foram eficazes.
Uma análise superficial da lista de espera, revela que os 21.686 pacientes aguardando transplante
renal correspondem a 24% dos cerca de 90.000 pacientes em diálise, inferior ao esperado de 30% a 40%
(27.000 a 36.000).
Os transplantes hepáticos cresceram...
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