Transplante

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CENTRO UNIVERSITÁRIO MÓDULO

ANA BARBARA DOS SANTOS

















TRANSPLANTES CLÍNICOS ROTINEIRO: CORAÇÃO, PULMÃO E FÍGADO.
























CARAGUATATUBA, 17 NOVEMBRO 2009.

CENTRO UNIVERSITÁRIO MÓDULO

ANA BARBARA DOS SANTOS
















TRANSPLANTES CLÍNICOS ROTINEIRO: CORAÇÃO, PULMÃO E FÍGADO.Trabalho apresentado como requisito parcial de avaliação na disciplina de microbiologia e imunologia, ministrada pela prof.ªSolange Vasconcelos,no curso de enfermagem do unimódulo.








Caraguatatuba, 17 de novembro de 2009.
1-Resumo

Nas últimas décadas o transplante de órgãos transformou-se de experimento em opção terapêutica capaz de prolongar a vida de pacientes terminais.Uma questão que suscita divergências são as estratégias para o aumento da captação de órgãos. O transplante é para muitos pacientes sinônimo de melhor qualidade de vida e maior sobrevida; para outros a única chance de sobrevivência. No entanto, a nobreza dos objetivos do aumento de captação de órgãos não justifica utilizar métodos não éticos. Nenhum processo pode ser considerado como tal sedurante seu transcorrer não se primou em manter atitude compatível com os princípios que regem o comportamento ético.
Requisitos básicos como:
• Seleção do doador;
• Escolha dos receptores;
• Preparo do órgão do doador;
• Operação no receptor;
• Evolução clínica após o transplante;
• Perspectivas do transplante cardíaco.
Esses requisitos são inerentes a qualquer transplante, seja ele:coração, pulmão ou do fígado.
Deve ser enfatizar ainda a importância da doação de órgão, desmistificar, incentivar e apoiar as famílias neste momento difícil.

¨DOAR ÓRGÃOS É DOAR VIDA¨!








Palavras-chave: transplante, captação de órgão, ética.



1-INTRODUÇÃO

O transplante de órgãos e tecidos é um procedimento cirúrgico que procura substituir um órgão doente por outronormal de um doador compatível ou até mesmo alguém que tenha falecido recentemente.
Trata-se de um assunto bastante elaborado e com bastante complexidade. Os transplantes podem trazer benefícios a pessoas que afetadas por doenças, que de outro modo seriam incuráveis, ou até mesmo por acidentes. Este tipo de transferências pressupõe diversos riscos, tais como, rejeição do órgão transplantadoou mesmo complicações em órgãos vitais.
A partir da década de 1980, o transplante de órgãos deixou de ter caráter experimental e passou a ser importante opção terapêutica para pacientes portadores de doenças orgânicas, nos quais o tratamento convencional não foi eficaz. Boa parte do sucesso relacionado a esta nova técnica de atenção a saúde se deve ao desenvolvimento de técnicasoperatórias e os estudos relacionados à imunossupressão, bem como os cuidados ao receptor de órgão e tecidos em unidades de terapia intensiva e o acompanhamento no pós-transplante tardio, que garantem maior sobrevida e maior qualidade de vida aos indivíduos que recebem um órgão ou tecido. Desta forma, tornou-se crescente o número de patologias cujo tratamento inclui esta terapêutica e, por conseqüência onúmero de pessoas que se cadastram nas listas de espera a fim de receber um transplante de órgãos sólidos ou tecidos.
Ocorre que no Brasil, este crescimento significativo nas listas de espera não vem sendo acompanhado pela oferta de órgãos e tecidos para transplante. A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no país. Esta dificuldade se dá porproblemas de ordem cultural e médico-legal associados ao reconhecimento tardio e a abordagem inadequada do doador potencial de órgãos, que são justificados, em várias pesquisas no Brasil pelo desconhecimento por parte dos profissionais de saúde e da população sobre este tema.



2-HISTÓRICO
Inúmeros são os relatos que compõem a história dos transplantes. O primeiro deles,...
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