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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO ESTADO DE GOIÁS
Campus Goiânia
Unidade Acadêmica de Serviço Social
Curso de Serviço social






A POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE, A PESSOA IDOSA E SERVIÇO SOCIAL

Acadêmico: Rayana Ataídes de Souza
Supervisora da Instituição: Sueli Almeida Neves Sousa


Goiânia
Novembro 2012

A POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE, A PESSOA IDOSA E SERVIÇOSOCIAL

RAYANA ATAÍDES DE SOUZA



Projeto de Pesquisa do Curso de Serviço social da Unidade Acadêmica de Serviço Social, da PUCGO
Sumário

1 TEMA 3
2 OBJETO 3
3 PROBLEMA 3
4 HIPÓTESE 3
5 BASE TEÓRICA 4
6 OBJETIVO GERAL 5
7 OBJETIVO ESPECÍFICO 5
8 JUSTIFICATIVA 6
9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 9

1) Tema


A Política Nacional de Saúde, a Pessoa Idosa e Serviço Social.2) Objeto

A atuação do profissional de Serviço Social no Hospital de Urgência de Goiânia (HUGO) frente a Política Nacional de Saúde e a população idosa. Período Abril/ 2012 à Dezembro/ 2013.

3) Problema

Há deficiência qualitativa e quantitativa de profissionais de saúde – Serviço Social- para o tratamento aos idosos no Hospital de Urgência de Goiânia?

4) Hipótese

De formainduvitável, estamos diante de envelhecimento da população, evidenciando cristalino aumento da expectativa de vida do idoso em todo o mundo.
Aliás, para argumentar, o aumento do número de idosos tem por consequência o aumento da demanda hospitalar no atendimento dessa faixa etária.
Nessa ordem de consideração, o presente trabalho propõe a discutir o critério qualitativo (treinamento, capacitaçãoprofissional) e o critério quantitativo (número de profissionais por pacientes e por demanda) dos profissionais do Serviço Social.

5) Base Teórica


A exemplo do que ocorre em todo o projeto cientifico, a base teórica é instrumentalizada através de pesquisa e conclusões práticas de todo escorço histórico de evolução da temática escolhida.

De proêmio, a festejada autora Léa MariaAarão Reis, em sua obra Novos Velhos “Viver e envelhecer bem”, Editora Record, 2011, pág. 16, dispõe com maestria:

“Talvez seja uma nova revolução chegando – incorporar a morte à vida. Ela diz respeito aos mais velhos de hoje, que, além de terem sido agraciados com as promessas de novo mundo pós-guerras nos anos de 1950, de terem vividos as mudanças radicais das revoluções sociais modernas, sãovelhos novos que dispõem de mais de vinte, trinta anos de vida pela frente. Vamos então aproveitar esse tempo do melhor modo possível, o tempo que nos resta, renascendo a cada dia como a delicada bardana, a flor resistente de Tolstói.”

O trecho em evidência traduz uma preocupação do mundo moderno. Outrossim, envelhecer mas envelhecer bem.

Já a ilustre Simone de Beauvoir no clássico “Avelhice” afirma que há uma “conspiração do silêncio” contra a velhice, manifestada por alguns grupos sociais que perpetuam uma imagem de velhice como face temida e apavorante da vida. A violência contra a pessoa idosa é parte dessa conspiração. (BEAUVOIR, 1990, p. 34)

Nesse espeque, cabe lembrar que há muitos termos utilizados para definir o que é a violência contra a pessoa idosa. São exemplos:maus-tratos, abuso, negligência, abandono, pobreza etc. Cada um destes termos possui significados distintos, dependendo da situação onde é utilizado e existem diferentes percepções sociais, culturais e étnicas.

Assim, notória a posição controversa da doutrina sobre o assunto. Envelhecer bem, pode significar aumento de despesas previdenciárias, de saúde, entre outros custos diretos e indiretos davida humana.

Por outro lado, é preciso resgatar e defender a dignidade da pessoa humana, com enfoque na defesa dos interesses dos idosos.

A base teórica do presente trabalho visa confrontar as posições contraditórias acerca do tema, aliando a isso, a atuação do profissional do Serviço Social como participe de todo o processo, devendo atuar em prol da defesa dos direitos coletivos dos idosos....
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