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3. DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM: DEBATENDO, ENTENDENDO E TRABALHANDO O TEMA PROPOSTO.



É quando a criança tem uma discrepância entre a capacidade ou habilidade mental e o desempenho, apresentam um QI dentro ou acima da média, sugerindo um comprometimento no processo de informação, com uma pequena desordem psiconeurológica que afeta a função cognitiva, refletida em resultado escolarbaixo em algumas áreas, mas não em outras, tendo um resultado escolar insatisfatório.(Wagner, 2001, p.99).
É verdade que, para maioria das crianças, aprender pode ser um desafio, mas isso, em geral, não indica deficiência de aprendizagem. Indica apenas que toda criança tem seus pontos fortes e seus pontos fracos na questão da aprendizagem, Algumas tem grande capacidade de ouvir; assimilammuitas informações simplesmente ouvindo. Outras tem mais facilidade com o visual; aprendem melhor lendo. Na escola, porém, todos os alunos são misturados numa sala de aula e espera-se que todos aprendam independentemente do método de ensino utilizado. Assim, é inevitável que alguns tenham problemas de aprendizagem (SCOZ, 1994).
Há porém, algumas autoridades no assunto que acham que existe umadiferença entre simples problemas de aprendizagem e deficiências de aprendizagem. A explicação é que os problemas de aprendizagem podem ser vencidos com paciência e dedicação. Mas a deficiência de aprendizagem é tida como algo mais proibindo.
Ainda assim, uma deficiência de aprendizagem não significa necessariamente que a criança seja deficiente mental.


Segundo MIRANDA (2000)Muitas crianças com deficiência de aprendizagem tem inteligência média ou acima da média; algumas, de fato, são extremamente brilhantes. É esse paradoxo que muitas vezes alerta os médicos da possível presença de uma deficiência de aprendizagem.




A controvérsia sobre a definição da criança com dificuldades de aprendizagem não é recente e essa problemáticainflui na tomada de decisões sobre a reforma do ensino, afetando, em ultima análise o futuro dos seres humanos e o desenvolvimento da sociedade.
A negligencia sobre essa matéria dá margem às perspectivas pessimistas que existem no sistema de ensino, dificultando as soluções integradas.
Fonseca (1988) equacionou a interseção dos conceitos de dificuldades de aprendizagem e deinsucesso escolar.
As conseqüências dessas dificuldades são conhecidas em termos sociais e individuais, sendo preocupantes as implicações no nível familiar e escolar.
A seriedade psicoeducacional do problema não está equacionada sistematicamente e não se conhecem seus contornos escolares e clínicos, bem como sua repercussão quanto aos períodos críticos do desenvolvimento. É necessária umareflexão sobre as características do aluno e do professor.
A criança traz para a escola, em todas as fases, um conjunto de valores sobre envolvimento, competências e pré-requisitos de aprendizagem; de processamento, elaboração e comunicação de informação; de conhecimento e estratégias de aprendizagem, que requerem um diagnostico psicoeducacional equacionando em áreas fortes e fracas quepossam abrir perspectivas para seu potencial dinâmico, partindo de seu nível de desenvolvimento potencial.
O professor, por sua vez, traz também conhecimentos pedagógicos, científicos, atitudes e valores, crenças e estratégias para estruturar o envolvimento educacional e promover as capacidades de aprendizagem dos alunos, provocando, reforçando e otimizando seus potenciais de adaptabilidade esociabilidade.
O papel do professor é converte os conhecimentos e as aquisições em termos sistemáticos e explícitos, aplicando objetivamente as teorias de comportamento e aprendizagem humanas à base de estratégias de instrução e de interação que visam essencialmente modificar e maximizar suas capacidades de aprender e reaprender.
O educador desempenha uma função importante na...
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