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Bases Morfogênicas e Fisiopatológicas do Processo Reprodutivo Humano Relatório de Aula Prática
Sistema ABO, Sistema Rh e Cruzamentos

Pesqueira – PE
2013

Ially Cavalcante
Nathália Oliveira

Relatório de Aula Prática
Sistema ABO, Sistema Rh e Cruzamentos

Relatório sobre a aula prática no laboratório multidisciplinar do IFPE – Campus Pesqueira apresentado para o Componente Curricular“Bases Morfogênicas e Fisiopatológicas do Processo Reprodutivo Humano” sob orientação do docente Luciclaudio Barbosa do IV período do curso Bacharelado em Enfermagem.

Pesqueira – PE
2013
Sumário
1. Introdução............................................................................................................. 4
2. Material eMétodos................................................................................................5
3. Resultados e Discussão..........................................................................................6
4. Conclusão..............................................................................................................9
5.Bibliografia..........................................................................................................10

1. Introdução
Sistema ABO
Até meados do século XX, transfusões de sangue eram extremamente arriscadas e causava inclusive a morte, as causas até então eram desconhecidas até que Karl Landsteiner, um pesquisador austríaco, por volta de 1900, descobriu que existiam quatro grupos sanguíneos: A, B, AB e O, ficando conhecido assim como Sistema ABO.
Landsteiner em suaspesquisas descobriu que ao juntar o sangue de pessoas do mesmo grupo não havia complicações, mas percebeu que juntando o sangue de pessoas de grupos diferentes havia a reação chamada de aglutinação, reação essa que era provocada por antígenos que nas hemácias é chamado de aglutinogênios contidos em sua superfície e no plasma são os anticorpos ou aglutininas, que atuam para a defesa do corpounindo-se aos antígenos que são estranhos.
Grupo Sanguíneo | Antígenos | Anticorpos |
A | A | anti-B |
B | B | anti-A |
AB | A e B | Nenhum |
O | Nenhum | anti-A e anti-B |

Sistema Rh
Por volta de 1940, Landsteiner e Wiener injetaram hemácias de um grupo de macacos da espécie Rhesus em coelhos e com isso obtiveram um anticorpo, chamado anti-Rh. Injetaram esses anticorpos em pessoas eobservaram que em algumas pessoas esse anticorpo provocava reação de aglutinação na presença das hemácias. Quando as hemácias aglutinavam na presença do anti-Rh, é porque possuía a aglutinina correspondente, essas pessoas foram chamadas de Rh+ porque possuíam as aglutininas, em pessoas que não tinham a aglutinina foram chamadas de Rh-. Ao contrário do sistema ABO o sistema Rh não possui aglutininaanti-Rh (anticorpos anti-Rh). Para uma pessoa produzir esses anticorpos, ela precisa ser sensibilizada, receber hemácias Rh+ em sua circulação sanguínea. Essa sensibilização pode ocorrer durante uma transfusão sanguínea ou quando a mãe Rh- tem um filho Rh+.

2. Material e Métodos
Foram usadas laminas citológicas, soros anti-A, anti-B e anti-D, Equipamentos de Proteção Individual- EPI (luvas,toucas e jalecos), agulhas de insulina e sangue.
O sangue utilizado foi coletado no momento da aula, dos próprios alunos e preparado para ser misturado com os soros. Foi possível observar as reações de aglutinação nos sangues e a partir daí identificar o tipo sanguíneo de cada aluno, sendo possível assim fazer cruzamentos dos sangues dos alunos Cleomarcos Lima (B+) e Geydson Galindo (b+) com todosos sangues de todos os outros alunos.

3. Resultados e Discussão
Os cruzamentos realizados entre os sangues dos alunos permitiu a identificação do tipo sanguíneo dos descendentes (F1):
Cruzamento 1:
Ially Cavalcanti x Cleomarcos Lima
A+ B+
IᴬIᴬRR x IᴮIᴮRR IᴬIᴬRR x IᴮIᴮRr
Fenótipo: 1 -...
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